Comunicados

5º Prêmio Bolsista Destaque dos Grupos Artísticos Musicais: RELAÇÃO DE APROVADOS(AS) na 1ª fase

Olá, Estudantes!

A Sustenidos Organização Social de Cultura comunica a RELAÇÃO DE APROVADOS(AS) na primeira fase do 5º Prêmio Bolsista Destaque dos Grupos Artísticos do Conservatório de Tatuí.

As listas informam, em ordem classificatória, os(as) 14 bolsistas aprovados(as) na categoria MÚSICA ERUDITA, os(as) 6 bolsistas aprovados(as) na categoria MÚSICA POPULAR.

A segunda fase do concurso será realizada presencialmente nos dias 26 de outubro (Música Erudita) e 27 de outubro (Música Popular), no Teatro Procópio Ferreira, onde cada candidato(a) terá sua performance musical avaliada pela banca de jurados(as), composta por artistas e pesquisadores(as) de excelência na área musical. As informações sobre as bancas constam ao final da página.

O período para interposição de recurso sobre o resultado publicado da primeira fase será de 31 de agosto a 04 de setembro de 2026. Cabendo a cada candidato(a) manifestar qualquer questionamento exclusivamente através do e-mail: bolsistadestaque@conservatoriodetatui.org.br.

CATEGORIA MÚSICA ERUDITA:

Inscrição Nome do(a) candidato(a) Grupo Artístico Pontuação 1ª fase
(média da banca + nota no grupo artístico)
 Classificação 
5PBDGA21 PIETRA BARBOSA DA CUNHA Coro 37,5 1
5PBDGA23 TIAGO DE LIMA NERI Banda Sinfônica 37,4 2
5PBDGA18 MATHEUS JOSE ROQUE Banda Sinfônica 36,2 3
5PBDGA06 HUDSON CESAR VASQUE FILHO Orquestra Sinfônica 34,8 4
5PBDGA20 NATÁLIA SCHIAVINATO GONÇALVES Banda Sinfônica 34,8 4
5PBDGA14 MARIA PAULA MENESES CAVALCANTI Orquestra Sinfônica 33,2 6
5PBDGA22 RODRIGO MEDEIROS Coro 32,0 7
5PBDGA19 MATHEUS LUCINDO VERGARA DE BARROS Orquestra Sinfônica 31,6 8
5PBDGA24 VICTÓRIA DOMINGUES Grupo de Percussão 30,7 9
5PBDGA16 MARLON LEE VILLEGAS CERAZO Orquestra Sinfônica 29,6 10
5PBDGA26 VINÍCIUS OLIVEIRA CAMPOS Orquestra Sinfônica 29,4 11
5PBDGA25 VINÍCIUS BOSCOLO ANGHINONI Banda Sinfônica 29,0 12
5PBDGA01 ANTUANE NIETO FIGUEROA Banda Sinfônica 28,9 13
5PBDGA04 FABIO RENATO DA SILVA JUNIOR Banda Sinfônica 28,3 14

 

CATEGORIA MÚSICA POPULAR:

Inscrição Nome do(a) candidato(a) Grupo Artístico Pontuação 1ª fase
(média da banca + nota no grupo artístico)
 Classificação 
5PBDGA09 JOÉSSICA BORGES PEREIRA Cia. de Teatro 38,4 1
5PBDGA15 MARIANA GOIS DA SILVEIRA BULHÕES Jazz Combo 37,7 2
5PBDGA08 JAQUIE RODRIGUES LIVINO DE CARVALHO Jazz Combo 37,0 3
5PBDGA13 MARIA JULIA SETTE DE OLIVEIRA Grupo de Choro 35,4 4
5PBDGA11 KAYO VICTOR DOS SANTOS VIDAL Big Band 35,0 5
5PBDGA02 BRUNA CAMILA DE SOUZA DOS SANTOS Música Raiz 34,2 6

 

ATENÇÃO

Candidatos(as) bolsistas aprovados(as) para a segunda fase que precisem de acompanhamento para a performance nas audições presenciais do concurso devem realizar o agendamento com pianistas colaboradores(as) até o dia 10 de setembro de 2026, quinta-feira, presencialmente no Setor de Pianos, localizado na sede do Conservatório.

Seguem os horários disponíveis para ensaio conforme cada pianista:

Deborah Melissa
Segunda–feira: 19h e 20h
Terça–feira: 15h e 21h

 

Mariana Virgilli
Segunda–feira: 9h e 10h
Sexta–feira: 8h, 10h, 11h, 14h e 15h

 

Thaís Valim
Terça- feira: 18h00 até 19h30
Quarta–feira: 17h e 18h
Quinta–feira: 17h e 18h

 

Abel Camargo
Terça–feira: 13h, 15h
Quinta–feira: 13h, 15h, 16h

 

Dayane Rodrigues
Segunda–feira: 14h30
Terça–feira: 8h, 9h, 13h30
Quarta–feira: 8h

 

Lúcia Bismara
Segunda–feira: 16h
Sexta–feira: 13h, 14h, 15h, 16h

 

 

BANCA AVALIADORA – CATEGORIA MÚSICA ERUDITA

 

Ellen Hummel

Oboísta, iniciou seus estudos no Conservatório de Tatuí, tendo como professor José Davino Rosa. Doutora em Música pela University of Nevada Las Vegas, onde teve Dr. Stephen Caplan como orientador. Enquanto estudante na UNLV, foi integrante do Red Rock Wind Quintet e tocou em concertos ao lado de músicos de renome, como Bernie Dresel, John Patitucci e Eric Marienthal. Gravou a parte de oboé no álbum Joe’s Tango, com Joe Alessi e Chicago Brass como solistas. Sua dissertação de doutorado sobre Yusef Lateef rendeu um artigo publicado na “The Double Reed”, pela International Double Reed Society. Concluiu seu mestrado na Azusa Pacific University, tendo como orientadora Carolyn Hove. O título de bacharela foi concluído na USP, tendo Alexandre Ficarelli como orientador. Foi professora de oboé da Las Vegas Academy of the Arts e tocou ao lado de vários grupos de renome, como a Las Vegas Philharmonic, Las Vegas Sinfonietta, Northern Nevada Strings Serenade, cantor Johnny Mathis e cantora Sarah Brightman. Atualmente, é professora de oboé e Grupo Artístico do Conservatório de Tatuí (Orquestra Sinfônica) e oboísta da Orquestra Sinfônica de Sorocaba.

 

Letícia Maia

Natural da cidade de São Paulo, divide atualmente o seu tempo entre a performance, a pedagogia e a pesquisa. É professora do Conservatório de Tatuí desde 2024 e doutoranda em Performance na Universidade de Aveiro, Portugal, na área da Pesquisa Artística. Possui dois mestrados, um em Performance da Flauta Transversal (2018) e outro em Pedagogia da Flauta Transversal (2020), ambos pela Haute École de Musique de Lausanne, na Suíça. É também bacharela em Flauta Transversal (2015) pela Unesp, Brasil. Atuou como solista à frente da Orquestra Amazonas Filarmônica, Orquestra Sinfônica de Goiânia e Orquestra de Câmara da USP (Ocam). Como flautista e piccolista convidada tocou junto à Orchestre de l’Opéra de Lausanne (Suíça), Orquestra Sinfônica Brasileira, Orquestra Sinfônica da USP (Osusp) e Orquestra Jazz Sinfônica e foi flautista titular da Orquestra de Câmara da USP, Banda Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo e Orquestra Jovem Tom Jobim. Também participou de concertos com diversos grupos de câmara no Brasil e no exterior, tendo se apresentado na Suíça, Itália, Portugal e Áustria. Seu trabalho de música de câmara mais marcante é o Duo da Juá com a pianista Luiza Salles, com o qual tem se apresentado desde 2017 em eventos e festivais em diversos estados brasileiros. Em 2020 venceu, em sua categoria, o 1° Concurso Online de Flauta Solo da Associação Brasileira de Flautistas. Professora de Flauta Transversal (Música Erudita).

 

Luane Voigan

Doutora em Teoria e Prática da Interpretação na UniRio, mestra em Música pela UFRJ e bacharel em Canto pela UFJF. Com o duo Voigan Grunewald, foi premiada no concurso Jovem Músico BDMG, 2012, e foi curadora da Série Concertos na Filarmônica, em Juiz de Fora (MG). No campo operístico, integrou o elenco da ópera ‘O Diletante’, de João Guilherme Ripper, no Teatro Carlos Gomes (ES), cantou nas óperas ‘Il ballo delle ingrate’, de Monteverdi, e na estreia moderna de ‘Vendado es amor, non es ciego’, de José de Nebra, ambas no Festival de Música Colonial e Antiga de Juiz de Fora. Em 2022, cantou na estreia brasileira de ‘Tolomeo e Alessandro overo la corona disprezzata’, de Domenico Scarlatti, no Palácio das Artes (BH). Foi aluna no curso de Interpretação Vocal Barroca do maestro Eduardo López Banzo em Leão, Espanha. Realizou concertos junto ao grupo Musica Figurata e atuou como compositora e intérprete do audiobook Nácar Madrigais de Adriana Gomes. Atualmente, é docente de Canto Lírico no Conservatório de Tatuí, cantora representada pela Duo Conexões Culturais e pesquisadora.

 

Valerie Ann Albright

Bacharel em Música com Habilitação em Contrabaixo pelo New England Conservatory of Music, Boston, EUA (1981); Mestrado em Música pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (1996) e Doutorado em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2001). É docente efetiva do Instituto de Artes da UNESP onde leciona Contrabaixo Acústico desde 1987. Foi Vice-Chefe do Departamento de Música (2005-2009), Coordenadora dos Cursos de Bacharelado em Música e Licenciatura em Educação Musical (2008- 2012) e Vice-Diretora (2012-2016). Em 2016 foi eleita Diretora do Instituto de Artes para a gestão 2016-2020. Suas pesquisas são realizadas na área de Performance Musical, com sub-áreas performance de repertório dos séculos XX e XXI, análise de repertório para contrabaixo e performance histórico com ênfase em escordatura. Também se interessa pela área de análise musical de obras compostas no século XX, e, principalmente, nas obras orquestrais de Charles E. Ives e Heitor Villa-Lobos. Sua carreira como contrabaixista inclui a participação em grupos como a Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas, a Orquestra do Estado de São Paulo, a Orquestra Nova Sinfonieta e a Orquestra do Teatro Municipal de São Paulo, entre outros. É ativa como solista e especialista em obras dos Séculos XX e XXI.

 

Vana Bock

Mestre em Artes (Performance Musical) pela ECA-USP e violoncelista da Orquestra Sinfônica da USP (OSUSP) desde 1998, foi professora de violoncelo da EMESP durante 14 anos. É uma das idealizadoras e coordenadoras da ABRACELLO (Associação Brasileira de Violoncelistas). Em 2023, foi uma das responsáveis pela realização do III Encontro da Abracello, realizado na Sala São Paulo, em parceria com a fundação OSESP, bem como do IV Encontro e II Simpósio realizado em Natal na UFRN. Foi integrante da Orquestra Experimental de Repertório, Camerata Fukuda, Orquestra Jazz Sinfônica, e chefe de naipe da Orquestra Municipal de Jundiaí. Foi bolsista da Fundação Vitae e do Ministério da Cultura, especializando-se em violoncelo e música de câmara na Academia Ferenc Liszt, em Budapeste, Hungria (2000 a 2003). Em 2015 fez a estreia latino-americana do Concerto para Violoncelo e Orquestra de Cordas da compositora D. Tabakova, com a Orquestra Municipal de Jundiaí. Tem intensa atuação em projetos de música de câmara, sendo integrante do Quadril Quarteto de Cordas, Núcleo Hespérides, Neymar Dias Trio e Duo, Duo Imaginário, Duo cello e piano com Daniel Grajew e Duo Erika Ribeiro/ Vana Bock. Com esse duo, se apresentou em 2022 no Sultanato de Omã, a convite da Embaixada Brasileira. Já deu aulas em vários festivais como: Femusc Jovem (Santa Catarina), Osuspfest (USP), IV Encontro da Abracello (UFRN – 2025) I Encontro de Violoncelo de Curitiba (2025) e Femusp (USP – 2026). Transita com naturalidade entre a música de concerto e a música popular brasileira, tendo participado de gravações e/ou shows de Dori Caymi, Renato Braz, Mônica Salmaso, Xênia França, Wanderléa, Fred Martins, Celso e Pedro Viáfora e Fabiana Cozza. Na música instrumental, gravou trabalhos com o multi-instrumentista Neymar Dias (Neymar Quarteto – PROAC-2009, Album “INTERVALO” e Neymar Dias Trio 2024, Album “SOLAR”), a pianista Júlia Tygel (Album “ENTREMEADOS”) e o Quinteto 5! (Quarteto e violão, PROAC-2017). É graduada em Terapia Ocupacional pela USP, com especialização em Saúde Mental na UNIFESP e se interessa pela área da saúde do músico.

 

BANCA AVALIADORA – CATEGORIA MÚSICA POPULAR

 

Ana Malta

Iniciou seus estudos no Conservatório de Tatuí, formando-se em canto lírico e canto popular. Em 2003, foi convidada por André Marques a integrar a Vintena Brasileira, sendo a única cantora do grupo. Com a Vintena, gravou quatro CDs e realizou diversos shows, dividindo o palco com grandes nomes da música brasileira, entre eles Hermeto Pascoal, Hamilton de Holanda e Mônica Salmaso. Em 2009, inicia seu trabalho de docência no Conservatório de Tatuí (professora de Canto Popular). Em 2019, lança seu primeiro CD autoral ‘Outra Voz’. Neste trabalho, a cantora apresenta outras possibilidades do instrumento voz, além de assinar os arranjos e composições. Em 2021, realizou a Oficina de Voz instrumental e Improvisação Vocal pelo projeto Instrumental Brasileiras, contemplado pela Lei Aldir Blanc do estado do Rio de Janeiro. Em 2022, inicia o projeto “Ana Malta e Oscar Aldama Duo”, realizando diversos shows e master classes, entre eles o da Mostra Cariri de Culturas – Sesc Ceará, o Festival Jazz Sudaca em Assunção, Paraguai, e no Conservatório de Tatuí. Em 2023, com seu grupo, Ana Malta, realizou show e workshop sobre Improvisação Vocal pelo festival Jazz a La Calle, no Uruguai.

 

Gabi Machado

Flautista, compositora e educadora, com uma trajetória de três décadas atuando nas áreas popular e erudita. Em 2024, lançou seu primeiro projeto autoral, intitulado “Equilibrando no Acupe”, no qual assina as composições, arranjos e produção musical. O álbum é caracterizado pela mescla de sonoridades da flauta popular e pela experiência sinfônica da compositora e está disponível nas principais plataformas digitais.
É flautista dos grupos Quintal de Fulô e Choro de Bola, além de ter sido solista do grupo Choronas durante quase 20 anos, com três CDs gravados: “Atraente” (2000), “Choronas Convida” (2004) e “O Brasil Toca Choro” (2008) e do Quarteto Quadrantes com dois CDs lançados: “Passos Largos” (2013) e “Sinuosa” (2016). Integra o Núcleo de Choro da Universidade Federal da Bahia, onde é doutoranda desde 2022 com tema relacionado à utilização da criatividade nas práticas coletivas. Concluiu o mestrado em 2019 pela UNICAMP, com uma dissertação sobre o choro, intitulada “Qual linha guia este choro?”.
Foi convidada para participar do Unimúsica 2020 – “Forrobodó – Quando elas tocam”, um Festival online organizado pela Difusão Cultural – UFGRS, 2020. Participou do AmplifyHer Brasil, um projeto piloto de mapeamento da produção de mulheres musicistas no Brasil, em parceria com a University Manchester Metropolitan, a University Napier Edinburgh e a Universidade de São Paulo (2021). Em 2023, participou da gravação e lançamento do CD “DDG 19”, da compositora e pianista Débora Gurgel (Proac/SP). Integrou o grupo Câmaranóva, composto por 16 instrumentistas, idealizado pelo compositor e arranjador Felipe Senna, com os álbuns “Overture” (2024) e “Câmara Brasileira” (2023). Ministrou aulas de flauta e práticas coletivas na Escola do Auditório do Ibirapuera, na Fundação das Artes de São Caetano do Sul e no Instituto Federal da Bahia, além de Oficinas no V Fórum de Bandas (2023), projeto “Por todas as Bandas (UFRJ, Funarte e UFBA 2023 e 2025) e I Festival Internacional de Música de Câmara (FIMUCBA 2025). Recebeu o prêmio “Estímulo para Jovens Solistas” da Secretaria de Cultura de São Paulo e foi contemplada com os projetos “Elementos Populares na Música Erudita” – duo de flauta e violão (PAC/SP) e “Música Instrumental Brasileira nas Escolas – Show Pedagógico” (LINC/SP) com o grupo Choronas. Na área sinfônica, sua trajetória inclui participação nas orquestras: Sinfônica de Santos, Sinfônica de Santo André, “Sinfonia Cultura” da Rádio e Televisão Cultura de São Paulo e Banda Sinfônica do Estado de São Paulo.

 

Gê Côrtes

Nascida numa família de músicos, filha do compositor Edmundo Villani-Côrtes e da cantora lírica Efigênia Côrtes, Gê Côrtes é mais conhecida por ter feito parte da banda feminina do programa Altas Horas entre 2000 e 2015, além disso foi integrante da Orquestra Jazz Sinfônica (1990-2014) e do grupo Kali que na década de 1980 gravou um álbum pelo prestigiado selo “Som da Gente”, recentemente lançado nas plataformas. Em 2022, apresentou um show autoral no projeto Instrumental Sesc Brasil com seu sexteto, assinando a maioria das composições e arranjos. Atua também como baixista, compositora e arranjadora na Jazzmin’s Big Band que lançou seu primeiro álbum em 2021 e já se apresentou nos principais palcos do Brasil. Escreve também arranjos e composições para outros grupos como a Big Band do Projeto Guri de São Carlos e o Octeto Feminino Brasil, formado por 8 trompas. Bacharel em contrabaixo pela Unesp e Pós-graduada em Música Popular pela Faccamp, lecionou em várias escolas como o CLAM (Centro Livre de Aprendizado Musical), ULM (atual EMESP) e FAMOSP (Faculdade Mozarteum de São Paulo) Acompanhou vários artistas como Milton Nascimento (Orquestra do projeto “Amigo”, Ritchie (banda Crime Perfeito), Adriana Mezzadri, Eliete Negreiros, Jane Duboc, entre outros e atualmente é integrante da banda do multi-artista Antônio Nóbrega.

 

Gustavo Mazon-Finessi

Doutorando em Musicologia pela ECA-USP, é detentor de dois mestrados, em Performance e Jazz Studies, pela University of North Texas, onde foi professor bolsista de contrabaixo erudito e da Orquestra Barroca. Formou-se em Música Popular na Unicamp e contrabaixo erudito na Emesp. Já se apresentou ou lecionou em festivais no Brasil, EUA, Canadá e Argentina. Trabalhou com uma variedade de artistas e grupos, como o Bassinova Quartet, Frank Proto, Lumedia Musicworks, OCTropical, Meretrio, Sandy, A Trupe Barroca, Diego Garbin e Chico Oliveira, além de orquestras e grupos de câmara no Brasil e EUA. Seu primeiro álbum autoral solo, Fusion (2020), estrela importantes artistas de sua geração, e é seguido pelo songbook homônimo. Realizou seu primeiro projeto cultural em 2021, a palestra “O Contrabaixo Histórico do Violone ao Jazz”. Em 2022, lançou o EP “Finessi, Mascaro, Sampaio”, ao lado do violinista Luís Mascaro e do premiado compositor, guitarrista e trombonista Emiliano Sampaio. Em 2023, lançou pelo ProAC-SP o projeto “O Baixo de Villani”, que compreendeu a edição e gravação de toda a obra original para contrabaixo do compositor Edmundo Villani-Côrtes. Atualmente é professor de contrabaixo erudito no Conservatório de Tatuí, na Escola de Música de Votorantim e na Uni-Ítalo, é membro das Orquestras Sinfônicas de Piracicaba e de Sorocaba e da EOS – Música Antiga USP, além de baixista e fundador do Jazz Lab. Professor de Contrabaixo (Música Erudita) em Tatuí.

 

Paulo César Signori

Contrabaixista, com graduação em Música Popular pela UNICAMP (1995) e Mestrado em Música Popular – UNICAMP (2009). Atualmente leciona no curso de Produção Fonográfica (FATEC-Tatuí), no curso de Música Popular (CONSERVATÓRIO DE TATUÍ), no curso livre de Música no UNASP-HT e no curso Técnico em Música do CONSERVATÓRIO CARLOS GOMES (Campinas). Foi professor do curso de pós-graduação em Música Popular na UNIFACCAMP (Campo Limpo Paulista). Atua em grupos de música instrumental desde a década de 1990. Possui 2 álbuns lançados com o Janice Pezoa Trio. Atualmente desenvolve estudos e atividades como professor que envolvem as áreas de Música Corporal, Rítmica, Teoria Musical, Percepção, Harmonia e História da Música Popular. No curso de Produção Fonográfica (FATEC-TA) coordenou o Núcleo práticas em Música Corporal. Participou como membro e/ou presidente em bancas de concursos públicos, trabalhos de graduação e vestibular de Música. Desenvolve atividades como orientador em TG e Iniciação Científica nas instituições em que está vinculado.