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Cultural
Concerto/72 anos do Conservatório de Tatuí/Orquestra Sinfônica do Conservatório de Tatuí e Convidados(as)

Concerto/Orquestra Sinfônica do Conservatório de Tatuí e Convidados(as)
Comemoração dos 72 anos do Conservatório de Tatuí
Convidados(as)/Davi Graton (violino), Ligia Amadio (regente)
Coordenação/Emmanuele Baldini
Dia 12/qua, 20h
Local/Teatro Procópio Ferreira
Rua São Bento, 415, Centro, Tatuí-SP
Entrada gratuita
Classificação indicativa/livre
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Em comemoração aos 72 anos do Conservatório de Tatuí, a Orquestra Sinfônica da Instituição sobe ao palco do Teatro Procópio Ferreira ao lado do violinista Davi Graton e da regente convidada Ligia Amadio. A orquestra, que já realizou projetos marcantes, como a colaboração com Djuena Tikuna, a reapresentação da ópera A Noite de São João, de Elias Álvares Lobo, a estreia de Antonio Meneses em Tatuí e ações voltadas à valorização da diversidade artística, tem como coordenador e regente titular Emmanuele Baldini. A entrada é gratuita.
Ligia Amadio
É uma das mais destacadas regentes brasileiras da atualidade. Notabilizou-se internacionalmente por sua reconhecida exigência artística, seu carisma e suas vibrantes performances. Sua atuação estende-se por: Alemanha, Argentina, Áustria, Bolívia, Chile, Colômbia, Croácia, Cuba, Eslovênia, Estados Unidos, França, Islândia, Israel, Itália, Japão, Holanda, Hungria, Líbano, México, Peru, Portugal, República Tcheca, Rússia, Sérvia, Tailândia e Venezuela. Premiada no célebre Concurso Internacional de Tóquio (1997) e no II Concurso Latino-Americano para Regentes de Orquestra em Santiago do Chile (1998), em 2001 recebeu o prêmio “Melhor Regente do Ano” no Brasil, outorgado pela Associação Paulista de Críticos de Arte. Ligia Amadio atuou como regente titular e diretora artística da Orquestra Sinfônica Nacional, entre 1996 e 2009. Por seu dedicado labor na direção da OSN, recebeu o título de “Cidadão Niteroiense”, em 2003, e a Comenda da Ordem do Mérito da Cidade de Niterói, no grau de Grande Oficial, em 2005. Entre 2000 e 2003, ocupou a função de regente titular da Orquestra Sinfônica da Universidade Nacional de Cuyo, em Mendoza, Argentina. Em 2003 recebeu os prêmios Lira à Excelência e Raízes, devido a seu trabalho à frente dessa orquestra. Em 2009, Ligia Amadio desempenhou-se como diretora artística e regente titular da Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas, sendo laureada com a Medalha Carlos Gomes, concedida pela Câmara Municipal daquela cidade. De 2009 a 2011 desempenhou-se como regente titular da Orquestra Sinfônica da Universidade de São Paulo (OSUSP). Em 2011, Ligia Amadio foi indicada para o prêmio Carlos Gomes em duas categorias, por seu trabalho à frente da OSUSP, e, em 2012, foi finalmente premiada na categoria “Regente”, “pelo excelente trabalho com a Orquestra Sinfônica da USP”. Entre 2010 e 2014 ocupou a direção titular e artística da Orquestra Filarmônica de Mendoza. Para todos esses cargos, Ligia Amadio foi eleita pelos integrantes das respectivas orquestras.
Davi Graton
Natural de São Paulo, o violinista Davi Graton iniciou seus estudos na Congregação Cristã no Brasil. Contudo, sua formação se deve principalmente a Yoshitame Fukuda e Elisa Fukuda, com quem estudou por anos. Também exerceu grande influência em sua prática artística o violinista italiano Corrado Romano, discípulo de Carl Flesch e George Enescu. Venceu o Concurso Jovens Solistas da Osesp e foi o grande vencedor do 9º Prêmio Eldorado de Música, razão pela qual gravou, com a pianista Scheilla Glaser, o álbum Davi Graton: Vencedor do IX Prêmio Eldorado de Música (Eldorado, 1998). Além dos muitos álbuns gravados com a Osesp enquanto membro da Orquestra, destaca-se como solista do Choro para Violino e Orquestra, incluído no CD Camargo Guarnieri: Choros I; Seresta (NAXOS, 2020), obra que interpretou sob a regência de Isaac Karabtchevsky. Um dos fundadores da Camerata Fukuda, integrou a Orquestra Experimental de Repertório (OER) e a Orquestra Sinfônica da USP (OSUSP). Sob a batuta de Lorin Maazel, apresentou-se no concerto de encerramento da etapa sul-americana do Maazel-Vilar Conductor’s Competition. Como solista, esteve à frente da Camerata Fukuda, da Orquestra Experimental de Repertório (OER), da Orquestra Sinfônica da USP (OSUSP), da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro, da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA, da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais e da Orquestra Sinfônica do Rio Grande do Norte (OSRN). Professor da Academia de Música da Osesp e da Orquestra Parassinfônica de São Paulo (OPESP), Davi é membro fundador do Trio São Paulo, que mantém com o violoncelista russo Ilia Laporev e a pianista romena Dana Radu. É ainda integrante do Quarteto Pau-Brasil e do Quarteto Osesp, com o spalla da Osesp, Emmanuele Baldini, o violista Peter Pas e o violoncelista Rodrigo Andrade. Dos muitos momentos na casa, tem vívida lembrança do concerto de julho de 2010, em que o regente Frank Shipway liderou a Osesp em apresentação de Uma Sinfonia Alpina, de Richard Strauss, colaboração eternizada no CD Richard Strauss: Eine Alpensinfonie Op. 64 (BIS, 2012).