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Grupo de Percussão do Conservatório de Tatuí

Grupo de Percussão do Conservatório de Tatuí

Em atividade por mais de quatro décadas ininterruptas, é o mais antigo grupo do gênero no país, abrindo caminho a outros semelhantes em solo nacional. Criado em 1975, com o objetivo de oferecer aos estudantes de níveis básico, intermediário e avançado da escola de música a oportunidade de executar peças específicas para grupos de percussão, algo raro no país. Com isso, os instrumentistas poderiam obter aperfeiçoamento individual e aprimorar a experiência de apresentação em grupo. Ao longo de sua história, já contou com mais de 200 percussionistas integrantes.
Além de executar clássicos do repertório erudito e popular, o grupo estimula a composição de novas obras, incentiva a formação de público para os mais variados estilos e populariza a percussão, agregando características performáticas e de dança. Sua atuação diferenciada consolida-o no cenário nacional e faz dele o pioneiro nesse segmento. Em 2006, lançou o primeiro CD “30 Anos de História”, com objetivo de agradar aos mais diferentes gostos, registrando não somente os grandes clássicos, mas também as festejadas obras contemporâneas. O trabalho traz um vasto repertório popular, enfatizando os ritmos brasileiros, sempre com alta qualidade técnica.

Coordenação - Luis Marcos Caldana

Luis Marcos Caldana

Formado em tímpanos, percussão e acessórios pelo Conservatório de Tatuí e em Educação Artística pela Faculdade Asseta, freqüentou aulas com alguns dos principais percussionistas do país, entre eles Javier Calvino, John Boudler, Elisabeth Del Grande, Luis Almeida D’Anunciação, Carlos Tarcha e Eduardo Gianesella. Atuou como solista na Ópera Infantil “A Peste e a Intrigante”, de Mário Ficarelli (em 1986) e, em parceria com o saxofonista Erik Heimann – formando o “Duo Áries” – conquistou o primeiro prêmio do I Concurso Nacional de Música de Câmara “Henrique Niremberg”, na cidade do Rio de Janeiro. Como professor de percussão, trabalhou na área de banda em oito diferentes edições do Festival de Inverno de Campos do Jordão, bem como no projeto Pró Bandas (1997 a 2007). Por dois anos, representou o Conservatório de Tatuí na Midwest Clinic (Conferência Internacional para Bandas e Orquestras), em Chicago, nos Estados Unidos. Também ministrou palestras sobre ritmos brasileiros e dirigiu um Grupo de Percussão em Budapeste, na Hungria. O mesmo trabalho foi desenvolvido no Encontro Internacional de Percussão em Monterrey, no México. Ainda como professor, imprimiu sua marca na Conferência de Educadores Musicais do Estado do Kentucky (Estados Unidos), onde executou a primeira audição mundial da obra de Hudson Nogueira – “Cinco Variações Para Um Percussionista Solo e Banda” -, dedicada a ele. Detectando a necessidade de unir percussionistas de todo o país, criou e organizou por quatro edições o Encontro Internacional de Percussão, mantido pelo Conservatório de Tatuí. Recentemente, participou de turnê pela Costa Rica com a Camerata Tatuí, ministrando aulas de percussão e abordando ritmos brasileiros. Em junho de 2009 ministrou palestra de percussão sinfônica em Boa Vista (Roraima) dentro do Painel Funarte de Bandas. No mesmo ano, ministrou curso de percussão clássica e popular em Ilha Solteira. Atualmente, além de coordenar o Grupo de Percussão, é professor e coordenador da área de percussão, tímpanista da Orquestra Sinfônica do Conservatório de Tatuí e ministra aulas na Escola Livre de Música, em Itapetininga.

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