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Cia. de Teatro do Conservatório de Tatuí

Cia. de Teatro do Conservatório de Tatuí

A Cia. de Teatro do Conservatório de Tatuí reúne atores e atrizes profissionais – que atuam como professores no Setor de Artes Cênicas da instituição – e alunos do curso de Teatro Adulto que atuam como bolsistas do grupo, selecionados a partir de processo seletivo.

A Cia. de Teatro do Conservatório de Tatuí foi fundada oficialmente em 2009, ocasião em que estreou a montagem de “Rosa de Cabriúna”, de Luis Alberto de Abreu, premiada no 23º Festival de Teatro do Rio de Janeiro (2010) e no 38º FENATA – Festival de Teatro de Ponta Grossa (2010). O grupo também desenvolveu montagens dos espetáculos “Como Fazer Teatro em Cinco Lições”, “Vereda da Salvação” e “Antígona”.

Junto a outros grupos pedagógico-artísticos do Conservatório de Tatuí, a Cia. de Teatro também atua em importantes espetáculos didáticos. Entre as montagens mais recentes estão “Um Chorinho para Dona Baratinha” (com 0 Grupo de Choro do Conservatório de Tatuí); e “Villa-Lobos encontra Guarnieri”, “A Vinda da Família Real ao Brasil”, “MomoPrecoce”, “Sonho de Criança” e “Stravisnky e seu ballet Petrushka”, “As Estórias do Tião” e “Mambos, Boleros e Chá-Chá-Chás” (com a Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí).

Em 2015, a Cia. de Teatro optou por pesquisa de obras de Plínio Marcos, trabalhando os textos “A Balada de um Palhaço” e “Goela Abaixo”, este último inspirado em personagens das obras de Plínio Marcos, além de protagonizar uma série de leituras dramáticas e saraus.

Em 2016, o grupo desenvolveu o projeto “Realismo Fantástico”, cuja obra a ser encenada será do dramaturgo Aldomar Conrado, “O Apocalipse ou o Capeta de Caruaru”, reunindo atores da Cia. de Teatro, alunos bolsistas e alunos convidados.

Em 2017, com o intuito de utilizar novas formas de linguagens, a Cia. de Teatro realizou o Projeto “Teatro Popular” que visa uma dramaturgia simples, focada no sentimento do amor materno. A peça também apresenta as dificuldades do trabalho do ator quando o mesmo se depara com sua realidade em seu personagem.

Para o ano 2018, o projeto a ser desenvolvido trará um dos maiores nomes da dramaturgia brasileira – Nelson Rodrigues. O Projeto “N Rodrigues” encenará o trabalho “Olhar sobre o espelho D’água”, que utilizará como pano de fundo a obra “Senhora dos Afogados”. E como, em teatro, nada nunca está no lugar, a Cia. de Teatro lançará esse olhar para a solidão da obra de Nelson Rodrigues, com o intuito de desenvolver, no ator, um crescimento por meio da importância do coletivo; e na plateia, o horror de se olhar sozinho num quarto escuro.

História – Antes da oficialização da Cia. de Teatro do Conservatório de Tatuí, o Setor de Artes Cênicas da instituição sempre contou com um grupo de atuação semiprofissional. O primeiro foi liderado por Moises Miastkwosky e denominado “Grupo Sófocles” (em referência à primeira montagem). Eram 30 pessoas, entre 16 e 42 anos, que passavam a atuar após dois meses de estudos. Além da tragédia “Antígona”, estiveram entre as primeiras montagens “Carroussel Zangado” e “O Dia de Pierrot”. Em um ano de atividades, o grupo realizou 12 apresentações, com público de mais de dez mil pessoas. No início da década de 1980, o grupo passou a ser denominado “Grupo de Teatro Contemporâneo” e a montagem da vez foi “O Santo Inquérito”, de Dias Gomes. Já na década de 1990, o grupo liderado por Carlos Ribeiro e Antonio Mendes, denominado “Novas Tendências”, passou a atuar diretamente no Setor de Artes Cênicas. À época, os alunos matriculados no curso de formação de atores faziam estágio no grupo, que havia sido criado por Ribeiro e Mendes em 1988. O grupo foi o principal meio de atuação de estudantes de Artes Cênicas da instituição até a oficialização da Cia. de Teatro do Conservatório de Tatuí, em 2009.

Coordenador - Rogério Vianna

Rogério Vianna

Ator, historiador e gestor de cultura, iniciou sua formação nas Artes Cênicas em 1992 no Conservatório de Tatuí, formando-se pela Incenna Teatro e Televisão. Aprimorou seus conhecimentos em Roteiro e Produção para Rádio e TV pela Ceinter/FASP (Faculdades Associadas de São Paulo) e História pela Universidade Paulista. Como ator, participou de diversos espetáculos dentre os quais se destacam: “Antígona”, “Vereda da Salvação”, “Vendedor de Sonhos”, “Nossa Cidade”, “Sertões; o ciclo da Terra”, “Édipo Rei”, “A Cantora Careca”, “Aurora da Minha Vida”, entre outros. Foi agraciado com prêmios de Melhor Ator e Figurinista pelo FEPAMA. Trabalhou com grandes nomes do cenário teatral: Georgette Fadel, Kleber Vallin, Marcelo Soler, Newton de Souza, Paula Ribas, Estela Lapponi, Cláudia Schapira, Antônio Mendes, Carlos Ribeiro, Herval Rossano, entre outros. Foi produtor do Coreto Paulista e do projeto Música Orquestral Alemã – Lei Rouanet. Por meio do Núcleo “Falsa Modéstia” produziu diversos trabalhos de pesquisa que envolvem a cultura tatuiana. Foi gestor de Cultura de Boituva (2013-2016). Como coordenador da Cia. de Teatro, desenvolveu os seguintes projetos: “Plínio§ 80 Marc0”, “Realismo Fantástico” e “Teatro Popular”. Atualmente, além de coordenador da Cia. de Teatro do Conservatório de Tatuí, é diretor do Departamento de Cultura de Tatuí e do Museu Histórico Paulo Setúbal.

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