Secretaria da Cultura
XII CONCURSO INTERNO DE PIANO DO CONSERVATÓRIO DE TATUÍ – EDIÇÃO 2017
Jornada de Regência Coral do Conservatório de Tatuí
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Conservatório Dramático e Musical de Tatuí

Percussão Sinfônica

O curso de percussão foi fundado no Conservatório de Tatuí na década de 70 e é um dos mais tradicionais implantados no país.
O objetivo do curso de percussão sinfônica é que o aluno tenha um amplo conhecimento de todos os instrumentos que formam a família da percussão em seus dois gêneros distintos: clássico e popular. Além disso, durante a duração do curso – 14 semestres – é esperado que o aluno, ao concluí-lo, esteja preparado para enfrentar o mercado de trabalho profissional. Isso implica em ingressar numa universidade ou atuar profissionalmente em orquestras, bandas sinfônicas e trabalhos independentes como coordenação de cursos e aulas.
A família da percussão sinfônica, o curso envolve os grupos de “membranas” (tímpanos, tambores, bateria etc), “teclados” (marimba, vibrafone, xilofone, bells) e os mais variados acessórios (triângulo, agogo, entre outros).
A área também conta com os Grupos de Percussão e Grupo de Percussão Jovem do Conservatório de Tatuí.

 

Grade Curricular

Teoria e percepção infantil: até 10 semestres (idade mínima 7 anos, de acordo com o instrumento pretendido). Terminada a disciplina, o aluno será submetido a um teste para verificação do nível em que deverá ser inserido em Teoria e Percepção.

 

Teoria e percepção: 6 semestres (esta disciplina é pré-requisito para frequentar Harmonia, Contraponto, História da Música e Análise)

Harmonia: 04 semestres (esta disciplina é pré-requisito para frequentar Contraponto e Análise)

Contraponto: 04 semestres

História da Música: 06 semestres

Análise: 02 semestres

 

Grade geral das disciplinas complementares (adulto)

 

Teoria e Percepção I Canto Coral I
Teoria e Percepção II Canto Coral II
Teoria e Percepção III Canto Coral III
Teoria e Percepção IV Canto Coral IV
Teoria e Percepção V Canto Coral V
Teoria e Percepção VI Canto Coral VI
Harmonia I História da Música I
Harmonia II História da Música II
Harmonia III História da Música III
Harmonia IV História da Música IV
Contraponto I História da Música V
Contraponto II História da Música VI
Contraponto III Análise I
Contraponto IV Análise II

 

 

Também são complementares aos cursos de instrumento/canto as seguintes disciplinas:

Música de câmara.    Duração da disciplina: 8 semestres

(exceção: são 6 semestres para o curso de canto lírico).

Carga horária mínima: 1 hora/aula por semana

 

Prática de conjunto.    Duração da disciplina: 6 semestres

(exceção feita aos cursos de Violino, Viola, Violoncelo e Contrabaixo nos quais são previstos 14 semestres de prática de conjunto)

Carga horária mínima: 2 horas/aula por semana

Importante: a carga horária da Prática de Conjunto do 1° ao 4° semestres será sempre de 2 horas/aulas por semana. Do 5° semestre em diante, a carga horária será de 4 horas/aulas por semana.

 

Todo aluno de Violino, Viola, Violoncelo e Contrabaixo, matriculado à partir do 11º semestre em seu instrumento é obrigado a se inscrever para a Orquestra Sinfônica Jovem. Em caso de não haver vagas neste grupo, o aluno deverá se matricular na Orquestra de Cordas Juvenil.

 

De acordo com o número de vagas disponíveis, a partir do 1° semestre no instrumento/canto o aluno matricular-se-á também em Música de Câmara e/ou Prática de Conjunto. Ao final de seu curso, ele obrigatoriamente deverá ter cursado 6 semestres de Prática de Conjunto (incluído os coros – atenção: não é a aula de canto coral) e 8 semestres de Música de Câmara, com excessão a flauta-doce onde a Prática de Conjunto ou Música de Câmara devem contar com o total de 8 semestres.

 

Todo aluno matriculado a partir do 7º (sétimo) semestre no seu instrumento – com exceção de Canto, Choro, Cravo, Flauta Doce, Luteria, MPB/Jazz, Regência e Violão – é obrigado a se inscrever no processo de seleção para a Banda Sinfônica Jovem e/ou para a Orquestra Sinfônica Jovem. Uma vez preenchidas as vagas oferecidas por esses grupos, o aluno não classificado deverá participar de qualquer outro grupo pedagógico no qual o seu intrumento esteja inserido.

 

O aluno matriculado em violino barroco, viola barroca, viola da gamba ou violoncelo barroco é obrigado a participar do Ensemble de Performance Histórica, nos últimos 6 semestres.

O aluno matriculado em cordas dedilhadas históricas é obrigado a participar do Ensemble de Performance Histórica a partir do 5º semestre até a conclusão do curso.

Luis Marcos Caldana

Luis Marcos Caldana

Coordenação e Percussão Sinfônica

Formado em tímpanos, percussão e acessórios pelo Conservatório de Tatuí e em Educação Artística pela Faculdade Asseta, frequentou aulas com alguns dos principais percussionistas do país, entre eles Javier Calvino, John Boudler, Elisabeth Del Grande, Luis Almeida D’Anunciação, Carlos Tarcha, Eduardo Gianesella e Ricardo Bolonha. Atuou como solista na Ópera Infantil "A Peste e a Intrigante", de Mário Ficarelli (em 1986). Em 1997, em parceria com o saxofonista Erik Heimann Pais - formando o "Duo Áries" – conquistou o primeiro prêmio do I Concurso Nacional de Música de Câmara "Henrique Niremberg", na cidade do Rio de Janeiro. Como professor de percussão, trabalhou na área de banda em oito diferentes edições do Festival de Inverno de Campos do Jordão, bem como no projeto Pró Bandas (1997 a 2007). Por dois anos, representou o Conservatório de Tatuí na Midwest Clinic (Conferência Internacional para Bandas e Orquestras), em Chicago, nos Estados Unidos. Também ministrou palestras sobre ritmos brasileiros e dirigiu um Grupo de Percussão em Budapeste, na Hungria. O mesmo trabalho foi desenvolvido no Encontro Internacional de Percussão em Monterrey, no México. Ainda como professor, imprimiu sua marca na Conferência de Educadores Musicais do Estado do Kentucky (Estados Unidos), onde executou a primeira audição mundial da obra de Hudson Nogueira - "Cinco Variações Para Um Percussionista Solo e Banda" -, dedicada a ele e também gravou o mesmo trabalho com a Banda Sinfônica Municipal de Sumaré no ano de 2007. Detectando a necessidade de unir percussionistas de todo o país, criou e organizou por seis edições o Encontro Internacional de Percussão, mantido pelo Conservatório de Tatuí. Em 2010, participou de turnê pela Costa Rica com a Camerata Tatuí, ministrando aulas de percussão e abordando ritmos brasileiros. Em 2009 ministrou palestra de percussão sinfônica e popular em Boa Vista (Roraima), 2011 em João Pessoa (PB), 2012 em Vigia (PA) e 2013 em Guaíba (PA) dentro do Painel Funarte de Bandas (RJ). Em 2011 também lecionou na Semana da Música na Universidade Federal de Natal (RN). Na área popular trabalhou como baterista e percussionista acompanhando artistas como Alceu Valença, Leila Pinheiro, Elba Ramalho, Benito di Paula, Guilherme Arantes, Fafá de Belém, Luiz Airão, Luis Melodia, Tânia Alves, dentre outros. Em 2013 e 2014 foi jurado do quesito “bateria” no carnaval paulistano pela Liga das Escolas de Samba de São Paulo. Atualmente, além de coordenar o Grupo de Percussão, é professor e coordenador da área de percussão sinfônica, timpanista da Orquestra Sinfônica do Conservatório de Tatuí e ministra aulas de bateria e percussão há 26 anos na Escola Livre de Música, em Itapetininga.

Agnaldo Silva

Agnaldo Silva

Percussão Sinfônica

Pós-graduado em educação musical pela Faculdade Paulista de Artes - São Paulo e formado no curso de Percussão Sinfônica do Conservatório de Tatuí pelos professores Javier Calvino e Eduardo Gianesella. Desenvolve trabalhos tanto na área de música erudita quanto na área popular. Integrou a Orquestra Sinfônica Paulista (atual Orquestra Sinfônica do Conservatório de Tatuí) e Big Band “Prata da Casa” durante dez anos. Realizou turnês pelo país com Wagner Tiso (piano) e Victor Biglione (violão) e concertos ao lado de grandes nomes do cenário musical como: Leila Pinheiro, Leny Andrade, Alceu Valença, Elba Ramalho, Francis Hime, Tatjana Vassihjeva (Violoncelo), Ed Sarath (EUA-Trumpete), Arnaldo Cohen (Piano), Altamiro Carrilho (Flauta), Roberto Sion (Saxofone), Neils Neeghard (Dinamarca-Trombone), Gerald Robbins (EUA-Piano), Nelson Ayres (Piano), Rafael dos Santos (Piano) entre outros. Gravou 12 CDs com diversas formações de grupos do Conservatório de Tatuí. Participou de masterclasses de percussão com John Beck (EUA - tímpanos), Bill Molenhof (EUA - vibrafone), Howard Stevens (EUA - marimba), Ben Toth (EUA - percussão), Ney Rosauro (Brasil - percussão), Carlos Stasi (Brasil/EUA - percussão), Eduardo Leandro (Brasil/Holanda - percussão), Ari Colares (Brasil - percussão), Carlos Tarcha (Brasil/Alemanha - marimba), John Boudler (Brasil/EUA - percussão), Vic Firth (EUA - tímpanos), David Friedman (EUA - vibrafone) entre outros. Em 2016 representou o Conservatório de Tatuí na The Midwest Clinic International Band Orchestra And Music Conference (Conferência Internacional para Bandas e Orquestras) em Chicago, nos Estados Unidos. Desenvolve trabalhos de percussão de vanguarda como solista e camerista interagindo com diversas áreas artísticas. Compõe o "Duo Gênese" (Piano e Percussão) com a pianista Cristiane Bloes. Também juntamente com Cristiane Bloes, coordenou em 2009 e 2010 o Grupo de Música Contemporânea do Conservatório de Tatuí (grupo pedagógico que propõe novas formas de abordagem e escrita musical). Integrou o corpo docente do projeto Pró-Bandas (Projeto de apoio às Bandas) em todas as edições (1997 a 2007), ministrando workshops de percussão por diversas cidades do estado de São Paulo. Estreou no Brasil a convite do maestro Dario Sotelo, a obra "Canticle of the Sun" do renomado compositor Martin Ellerby, escrita para percussão solo e Banda Sinfônica. Em 2010 criou e iniciou a coordenação do Grupo de Percussão Jovem do Conservatório de Tatuí (grupo pedagógico) com o qual participou no mesmo ano do II Prêmio Incentivo de Música de Câmara, obtendo quatro premiações, dentre as quais se destaca a de melhor obra original. O prêmio foi obtido com a obra "Tic-Tac" escrita para grupo de percussão, de sua autoria. Atuou em todos os Encontros Internacionais de Percussão do Conservatório de Tatuí sendo co-coordenador do 5º Encontro em 2011 e como solista convidado no 6º Encontro em 2014. É professor da área de Percussão Sinfônica do Conservatório de Tatuí, integrante do GPC (Grupo Percussionista de Câmara de Tatuí), coordenador do Grupo de Percussão Jovem do Conservatório de Tatuí, tímpanista e chefe de naipe da Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí.

Javier Calvino Cesares

Javier Calvino Cesares

Percussão Sinfônica

Natural de Montevidéu, capital do Uruguai, foi o mais jovem professor a integrar o quadro de profissionais do Conservatório de Tatuí, onde é professor, atualmente, de tímpanos, percussão e acessórios. Aos 21 anos de idade, em 1974, estabeleceu as bases técnico-pedagógicas que norteiam os rumos do curso de tímpanos, percussão e acessórios, hoje respeitado em toda América Latina. Formou profissionais de renome com atuação nas principais orquestras sinfônicas do Brasil e de outras partes do mundo. Fundador do Grupo de Percussão do Conservatório de Tatuí (Grupo Percussionista de Câmara) em 1975, o mais antigo grupo de percussão em atividade no país. Javier Calvino tocou como percussionista na Orquestra Sinfônica do Teatro Municipal de São Paulo, Osesp (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo), Orquestra Sinfônica Municipal de Guarulhos e Orquestra Sinfônica Paulista. Foi co-fundador do Grupo de Percussão do Brooklin Paulista em 1973 (o primeiro grupo de música clássica para percussão do Brasil) e fundador do curso de percussão da FASCS (Fundação das Artes de São Caetano do Sul), em 1974.

Paulo Afonso Estanislau

Paulo Afonso Estanislau

Percussão Sinfônica

Natural de Tatuí, teve seus primeiros ensinamentos musicais com as professoras Maria Aparecida Holtz e Yolanda Rigonelli. Formado em tímpanos, percussão e acessórios pelo Conservatório Dramático e Musical “Dr. Carlos de Campos” de Tatuí iniciou seus estudos de percussão com os professores Cláudio Stephan (Brasil), Paul Richard (Estados Unidos), Javier Calvino Césares (Uruguai). Atuou como percussionista e timpanista nas mais diversas formações ao longo de sua vida musical. Participou como percussionista da Orquestra Sinfônica da USP, sob a regência do maestro Eleazar de Carvalho. Músico do Grupo Percussionista de Câmara (1975), um dos mais antigos em atividade no Brasil, coordenado pelo professor Javier Calvino. Como timpanista, atuou na Orquestra Sinfônica de Tatuí, sob a regência do maestro Jamil Maluf; Orquestra Sinfônica de Campinas, sob a regência do maestro Benito Juarez; e Orquestra Sinfônica de Sorocaba. Participou de seminários, palestras, encontros sobre tímpanos, percussão e acessórios. Em 1995 participa do Curso de Educação e Comunicação Social pela Universidade de Havana – Cuba. Com atenção voltada para área pedagógica e didática, aborda em sua conclusão de curso de pós-graduação em Metodologia do Ensino a temática “A Pedagogia do professor de instrumento musical”. Regeu na gravação do CD “Compositores Piedadenses” a Banda Sinfônica de Piedade (2002). Em 2003 ministra palestra sobre Arte-Educação com o tem “O futuro do músico”. Publicou artigo na revista cultural “Ensaio”, do Conservatório de Tatuí, sobre “Percussão e Educação Musical” (2008). Com Mestrado em Arte-Educação pela Universidade Paulista São Marcos, desenvolve como regente de Banda Sinfônica um trabalho de preservação de gêneros musicais brasileiros como dobrados, maxixes, valsas e choro. Em 2010, dirigiu a Orquestra Sinfônica de Sorocaba como regente convidado.

Sílvia Helena Zambonini Soares

Percussão Sinfônica

Natural de Ribeirão Preto, iniciou seus estudos de música aos nove anos de idade. Cursou a Escola de música da AERP, diplomando-se em Piano. Bacharel em Música pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas). Atuou como cravista do 1º Seminário de Música de Câmara sobre Johann Sebastian Bach, ministrado pelos professores Helena Jank e Tadeu Coelho. Foi vencedora do Concurso de Piano Francisco Mignone em Ribeirão Preto, onde recebeu prêmio de melhor intérprete de música brasileira e terceiro lugar no Concurso de Piano Clarisse Leite em Ribeirão Preto. Aos 16 anos iniciou seus estudos de percussão e teve como professores Claudio Stephan e Carlos Tarcha. Como percussionista participou do Festival de Inverno de Campos de Jordão e Encontros de Orquestras Jovens de Tatuí. Foi integrante do Grupo de Percussão do Conservatório de Tatuí, apresentando-se em várias cidades do Estado de São Paulo e no Terceiro Encontro Nacional de Percussionistas (Unesp). Atuou como timpanista na Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto, Orquestra Jovem de Campinas, Orquestra de Mulheres Avon e Orquestra de São Paulo na produção da Ópera Aida, apresentando-se na cidade de Campinas e de São Paulo. Como percussionista foi integrante da Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas e Banda Sinfônica do Estado de São Paulo, além de ter participado de vários concertos da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo, Orquestra Jazz Sinfônica de São Paulo, Xilofonista da Produção Porgy and Bess. Foi jurada de diversos concursos de Bandas e Fanfarras do Estado de São Paulo e Nacional. Participou da Oitava Conferência promovida pela Associação Mundial de Bandas e Conjuntos de Câmara (Wasbe), apresentando-se nas cidades de Schladming e Villach (Áustria). Atualmente é professora do Conservatório Dramático Musical Dr. Carlos de Campos de Tatuí e atua como regente assistente no projeto "Crescer com Banda" de autoria do professor Adalto Soares.

Agência Digimeta