Secretaria da Cultura
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Conservatório Dramático e Musical de Tatuí

Artes Cênicas

Os cursos de artes cênicas passaram a ser oferecidos pelo Conservatório de Tatuí no ano de 1976, a partir de iniciativa do então diretor José Coelho de Almeida, por meio da contratação do diretor teatral Moisés Miastkwosky.
A primeira montagem, envolvendo alunos do curso de iniciação teatral, foi “Antígona”, de Sófocles. No ano seguinte, foi realizado um festival de âmbito municipal como veículo para incentivar a atividade teatral entre os estudantes da cidade e atrair alunos para o curso.
Tanto o curso, quanto as montagens teatrais e o festival cresceram em número e abrangência. O curso tornou-se conhecido e reconhecido nacionalmente, firmando-se como um setor que atualmente oferece atividades cênicas em diferentes níveis, além de oficinas correlatas como iluminação, maquiagem e cenografia. O festival é o mais longevo do gênero realizado no Estado de São Paulo, tendo sido oficializado por decreto estadual de número 18.434/82. E as montagens seguem, até hoje, com grande sucesso.
Além das montagens, a área de artes cênicas sempre contou com seminários, ciclos de leituras dramáticas e palestras orientadas por atores, diretores e dramaturgos. Passaram pela instituição, nessa missão, nomes como os de Guscia Rothschild, Tatiana Belinky, João das Neves, Carlos Mecene e outros.
A partir do ano de 1990, sob coordenação de Moises Miastkwosky, foi criado um setor exclusivo voltado às artes dramáticas dentro do Conservatório de Tatuí. O setor passou a integrar, além dos cursos de formação de atores, oficinas técnicas e ações na comunidade.
No ano de 1993, tendo à frente o ator e diretor Antonio Mendes, o Setor de Artes Cênicas do Conservatório de Tatuí contou com significativa expansão. O número de alunos saltou de 20 para 140. No mesmo ano foram criados os cursos de iniciação teatral para crianças, iniciação teatral para adultos e um núcleo teatral de crianças do projeto Alfa (projeto que atendia a crianças carentes do município, mantido com recursos municipais). O curso de formação de atores, que já existia dentro do setor de artes cênicas, foi reestruturado.
No ano de 2008, o setor passou a ser coordenado pelo ator e diretor Carlos Ribeiro. Desde o ano de 2014, a coordenação da área está a cargo da atriz e diretora Fernanda Mendes.

CURSOS

Teatro Juvenil – para interessados a partir de 13 anos, com duração de seis semestres e aulas duas vezes por semana. Nele, são oferecidas aulas de Jogos Teatrais, Consciência Corporal e Vocal, Interpretação, Introdução ao Circo e Teatro de Animação, Música Aplicada ao Teatro e Montagem.
Teatro Adulto – para maiores de 16 anos, com duração de seis semestres e aulas de segunda a sexta-feira. Nele, são desenvolvidas aulas de Jogos Teatrais, Improvisação e Montagem; História do Teatro; Consciência Corporal e Preparação Corporal; Consciência Vocal, Preparação Vocal e Música Aplicada ao Teatro; Interpretação; Teatro Brasileiro; e Estética Teatral.
Aperfeiçoamento em Artes Cênicas – para maiores de 18 anos, o curso é dividido em dois semestres, totalizando um ano. Aberto para quem já possui experiência em teatro. Ao longo do primeiro semestre há um estudo teórico prático no que se refere à performance enquanto linguagem artística híbrida, proveniente das artes plásticas, mas com forte reverberação nas artes cênicas. Estabelecido o campo, são oferecidas experiências de modos performativos de interferência em espaços urbanos/sociais que passam a ser geradoras de um processo de questionamento dos fazeres artísticos e, consequentemente, criadoras de um modo singular de montagem de um trabalho com o coletivo ali formado.
Cenografia para maiores de 16 anos, com duração de dois semestres. É um curso básico, voltado à produção de cenários e adereços para os eventos da escola. O conteúdo envolve desenho de projeto, formas e estruturas, pesquisa e reaproveitamento de materiais, teoria das cores, perspectiva, composição, escultura e modelagem, proporções, maquetes e perspectiva, entre outros. Também inclui cenotácnica e adereços. De acordo com características dos eventos programados, poderemos trabalhar outros assuntos, como máscaras, bonecos e teatro de animação.

* Para ingressar nos cursos do setor de Artes Cênicas, os candidatos fazem um teste envolvendo leitura, escrita, expressão corporal/vocal e interpretação. O teste é aplicado em três etapas: teste escrito (questões sobre entendimento de texto); leitura à primeira vista; e exercícios teatrais.

 

Oficinas técnicas
Maquiagem – para maiores de 16 anos, com duração de dois semestres, exclusivo para alunos já matriculados em qualquer curso da instituição.
Iluminação – para maiores de 16 anos, com duração de dois semestres, exclusivo para alunos já matriculados em qualquer curso da instituição.
O som em cena (trilha sonora) – para maiores de 16 anos, com duração de dois semestres, exclusivo para alunos já matriculados em qualquer curso da instituição.

* As oficinas técnicas são abertas a todos os alunos regularmente matriculados no Conservatóriode Tatuí.

Adriana Afonso

Adriana Afonso

Introdução ao Circo e Teatro de Animação, Oficina de Teatro de Rua e Projeto Pensando na Criança

DRT 25967 - atriz Iniciou seus estudos em 1992 em Jacareí. Em 2003 ingressou no curso de formação de atores do Conservatório Dramático e Musical “Dr. Carlos de Campos” de Tatuí. Atualmente, cursa pedagogia. Participou como jurada dos festivais estudantis realizados pelo Conservatório de Tatuí em três anos seguidos, tendo participado também como júri em fases municipais do Mapa Cultural Paulista em algumas cidades. Participou de cursos com Ewerton de Castro, Ingrid Koudela, Moisés Miastkwoski, Massayuki Onishi, Marlene Fortuna, Dagmar Siqueira, Cláudia Dalla Verde, Albert Gaus, Zé Renato, entre outros. No Conservatório de Tatuí, além do curso de formação de atores, possui em seu histórico formação em iluminação, maquiagem, direção, cenografia e adereços, figurinos e adereços, entre outros. Dentre os espetáculos nos quais atuou destacam-se “Prometeu Acorrentado”, “Pagador de Promessas”, “Nossa Cidade”, “Sacra Folia”, “Hamlet”, “Pic Nic no Front”, “Roda Viva”, “Homens de Papel”, “Dois Perdidos numa Noite Suja”, “A História é uma História”, “As Margaridas”.

Alberto Sodré (Betinho Sodré)

Alberto Sodré (Betinho Sodré)

Oficina "O Som em cena"

Músico profissional desde 1981, trabalhando em shows  e gravações com inúmeros artistas como Paulinho da Viola, Martinho da Vila, Altamiro Carrilho, Jamelão, Elizeth Cardoso, Chico Cesar, Zeca Baleiro, Monica  Salmaso etc.

Em 1988 iniciou suas atividades no teatro com o espetáculo “A Estrela Dalva” (de Renato Borghi com direção de Jorge Fernando) e, desde então, participou de inúmeras produções, algumas  de grande porte como “A Megera Domada”(teatro do Ornitorrinco), “Almanaque Brasil”(Circo Grafiti), “OMSTRAB” (sendo que este se apresentou em Miami, EUA) e “A Paixão de Cristo” (em Nova Jerusalém ), “O Mambembe”, “Senhor das Moscas” (ambos no SESI),  Prêmio Shell de Teatro. Em 2004 recebeu prêmio ASESC de melhor música pela direção musical em “Morte e vida Severina”.

Trabalhou com  alguns dos mais importantes diretores brasileiros como Possi Neto, Gabriel Vilella, Cacá Rosset, Noemi Marinho, Fernanda Maia, Paulo Rogério Lopes, Kleber Montanheiro, Zé Henrique de Paula, Wolf Maia.

Em 1992 começou seu trabalho com sonoplastia em narração de histórias infantis, principalmente com Ana Luisa Lacombe, sendo indicado em 2014 na categoria especial no Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantojuvenil (antigo Prêmio FEMSA)  pela sonoplastia de “As três Penas do Rabo do Grifo”.

André Luiz Camargo

André Luiz Camargo

Interpretação

Ator, diretor e arte-educador, pós-graduado em Teatro pela Universidade do Sagrado Coração de Bauru, formado em Artes Cênicas pela Faculdade Mozarteum de São Paulo, com graduação em Educação Artística pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Tatuí. Formado em Letras na Associação de Ensino de Itapetininga e no curso de artes cênicas do Conservatório Dramático e Musical “Dr. Carlos de Campos” de Tatuí, onde atua como professor de Interpretação e Teatro de Formas Animadas. Teve como professores Moisés Miastkwovski, Antonio Mendes, Carlos Ribeiro, Jaime Pinheiro, Roberto Gil Camargo, Robert Francis McCrea, Alberto Gaus, Seme Lutfi, Beto Silveira, Augusto Boal, Antonio Janô, Bri Fiocca, Gabriela Rabelo, Jesser de Souza, Antônio Araújo, Osvaldo Gabrielli, entre outros. Atuou e dirigiu vários espetáculos como: “A Serpente”, “A Falecida”, “Perdoa-me...” de Nelson Rodrigues, “Santa Joaninha”, “Palhaços” de Timochenco Wehbi, “A Vaca Lelé” e “O Palhaço era o meu Tio” de Ronaldo Ciambroni, entre outros. Participou de alguns curtas-metragens, sendo orientador do projeto Ademar Guerra e diretor da Cia. Pereirão de Teatro. Atua como coordenador de Atividades da Oficina Cultural Regional “Grande Otelo” de Sorocaba (Assaoc). Foi premiado e indicado a prêmios em diversos festivais como Festival Nacional de Presidente Prudente, Festival Nacional de Americana, Fetesp e Mapa Cultural. Vem sendo membro de comissões julgadoras de festivais e mostras de teatro. Atuou como professor capacitador da Secretaria de Estado da Educação, professor de artes cênicas da Escola de Educação Especial “Wanderley Bochi” – Apae de Tatuí - e professor efetivo da rede pública estadual, pela qual atua nas disciplinas de Arte, Língua Portuguesa e Literatura. É membro da diretoria da Amart (Associação dos Artistas Plásticos de Tatuí e Região), desde sua fundação.

Dalila Ribeiro

Dalila Ribeiro

Montagem- Curso de Maquiagem- Grupo De Performance – Jogos Teatrais para Músicos

Atriz, diretora, maquiadora e professora do Departamento de Artes Cênicas do Conservatório de Tatuí. Formada em Artes Plásticas e pós-graduada em Psicopedagogia pela ASSETA – Faculdades de Tatuí/SP. Iniciou seus estudos de teatro em 1991 no Conservatório de Tatuí por meio do curso de formação de atores, ministrado por Antonio Mendes e Carlos Ribeiro. Participou de cursos com vários profissionais de teatro, dentre os quais se destacam Augusto Boal, Roberto Gil Camargo, Edu Silva, Semi Lutfi, Alberto Gaus, Robert Francis Mc”Crea e Zé Renato. Dos trabalhos que realizou como atriz destacam-se “Paixão Segundo Nelson Rodrigues” (1992) “Édipo Rei” (1995/1996), “Santa Joaninha” (1998) e “O Desconhecido” (1999/2000), Rosa de Cabriúna (2011). Foi premiada como atriz coadjuvante nas peças “O Desconhecido”, “Santa Joaninha” e “Édipo Rei” e como melhor atriz “Rosa de Cabriúna”. Entre os trabalhos como diretora destacam-se: “A Gata Borralheira” (1998), “Dois Corações e Quatro Segredos” (2015), “O Menino que Virou História” (2016) Atualmente integra a equipe técnica/artística da Área de Artes Cênicas do Conservatório de Tatuí, é a professora responsável pela Oficina de Maquiagem do departamento de Artes Cênicas,  professora de prática teatral e montagem no curso de Teatro Juvenil, professora e criadora da disciplina Jogos Teatrais para Músicos e professora do Grupo de Performance da área de Música de Câmara, sob a coordenação de Miriam Braga.

Edmo Guimarães

Edmo Guimarães

Expressão Vocal - Teatro Juvenil e Teatro Adulto

Professor de canto, regente coral e preparador vocal no Conservatório Dramático e Musical “Dr. Carlos de Campos” de Tatuí/SP, atuando nas áreas de Artes Cênicas, Canto Coral e MPB&Jazz. É especialista em voz pela PUC (Pontifícia Universidade Católica) de São Paulo/SP, no curso de fonoaudiologia. Desde 1989 se dedica ao estudo e à pesquisa da voz, tendo como fontes iniciais as Técnicas de Alexander e os exercícios tradicionais de postura e respiração do canto lírico. Por meio do esporte (triathlon), realizou uma experiência única acerca do mecanismo corporal e respiratório durante atividade física intensa, o que resultou na elaboração de exercícios corporais/vocais específicos, visando a adequação respiratória e a manutenção da voz profissional/artística. Em São Paulo foi professor de voz na Escola de Atores Wolf Maya e no CEM -  Centro Experimental de Música - Sesc Consolação. Atualmente se especializa em Belting Contemporâneo pelo Studio Marconi Araújo (São Paulo), onde também faz parte da grade de professores.

Érica Pedro

Érica Pedro

Interpretação, História do Teatro e Projeto Pensando na Criança

DRT 24778/SP – atriz Atriz, diretora e professora do Setor de Artes Cênicas. Formada em História e Geografia. Iniciou sua experiência em teatro em 1997 no Conservatório de Tatuí no curso de formação de atores, ministrado por Antonio Mendes e Carlos Ribeiro. Atuou em espetáculos como “Senhorita Julia”, de August Strindberg; “O Desconhecido”, de Ozualdo Candeias, “Os Sete Gatinhos”, de Nelson Rodrigues; “No Natal a Gente vem te Buscar”, de Naum Alves de Souza, entre outros. Participou de festivais de teatro e obteve experiência em oficinas com Robert McCrea, Clóvis Garcia, Zé Renato, Beto Silveira, Maria do Carmo Bauer. Premiada em festivais como melhor atriz no espetáculo “No Natal a Gente vem te Buscar” e melhor figurinista na peça “Nossa Cidade”. Integra a equipe técnica artística da área de artes cênicas do Conservatório de Tatuí, participando de atividades desenvolvidas pela área.

Fernanda Mendes

Fernanda Mendes

Coordenadora do Setor de Artes Cênicas

Atriz e Arte Educadora, iniciou seus estudos em artes cênicas em 1991 no curso de formação de atores do Conservatório Dramático e Musical “Dr. Carlos de Campos” de Tatuí. Em 1992 estreou no espetáculo “Paixão Segundo Nelson Rodrigues” sob direção de Carlos Ribeiro. Participou de oficinas com diversos profissionais renomados, como Augusto Boal, Robert Francis McCrea, Semi Lufti, Alberto Gaus, Clóvis Garcia, José Renato, Ivam Cabral, Luis Alberto de Abreu, Gabriela Rabelo, entre outros. Recebeu prêmio de melhor atriz coadjuvante e atriz revelação com o espetáculo “As Beterrabas do Senhor Duque” de Oscar Von Pfuhl no I Festival Estudantil Municipal de Teatro de Tatuí e no IX Festival Estudantil de Teatro do Estado de São Paulo, e de melhor atriz com o espetáculo “O Desconhecido”, de Ozualdo Candeias, no Mapa Cultural Paulista. Participou de vários espetáculos junto à Cia de Teatro do Conservatório de Tatuí (Grupo Teatral Novas Tendências), destacando-se “O Poeta da Vila e seus Amores” de Plínio Marcos, “A Cantora Careca” de Eugène Ionesco, “Morte e Vida Severina” de João Cabral de Melo Neto, “O Pequeno Príncipe” de Saint Exupéry e “O Desconhecido” de Ozualdo Candeias. Formada em Letras pela Associação de Ensino de Itapetininga e pós-graduada em Pedagogia do Teatro pela Universidade do Sagrado Coração de Bauru.

Flávio Melo

Flávio Melo

Professor no curso Teatro Arte-Educação nas disciplinas de Pedagogia do Teatro, Teatro de Formas Animadas, Culturas Populares e Dramaturgia da Universidade de Sorocaba (UNISO 2016-2017). Professor de Dramaturgia, Montagem, Teatro Épico, preparação corporal e expressão corporal no Conservatório Dramático de Tatuí  desde 2017. Professor de Interpretação Teatro de Rua do Curso Técnico Ator no Senac-Sorocaba  (2016 e 2017). Professor de Iniciação Teatral e Teatro Político no Sindicato dos Condutores de Sorocaba desde 2017. Coordenador e professor de interpretação e montagem na Escola Técnica de Arte e Comunicação (ETAC 2007-2010). Professor de arte  na rede pública estadual de São Paulo, ensinos fundamental e médio (2007 - 2010). Mestrando em Educação Comunidade e Movimentos Sociais na Universidade Federal de São Carlos (UfsCar/Sorocaba) desde 2017. Especialista em Metodologia do Ensino de Artes (2015), graduado em Teatro/Arte-Educação pela Universidade de Sorocaba (UNISO - 2009). Cursou extensão em Apontamentos Conceituais Sobre Teatro de Rua na Universidade Estadual Paulista Julio de Mesquita Filho (Unesp - 2010). Formado técnico ator pelo Senac-Sorocaba em 2002. Coordenador geral de projetos e produção na empresa Rariz Cultural (2010-2016). Fundador, diretor, produtor e ator do grupo teatral Nativos Terra Rasgada desde 2003. Integrou o Grupo Redator na elaboração do Plano Municipal de Cultura de Sorocaba. Atuou em mais de 20 peças teatrais e dirigiu outras nove que foram apresentadas em sete Estados e 40 cidades do Brasil.

Jaime Pinheiro

Jaime Pinheiro

Oficina de Cenografia

Iniciou seus trabalhos cenográficos em 1979, paralelamente a atividades na área de artes gráficas e como designer. Em 1997 instalou a Oficina de Cenografia no Conservatório de Tatuí, instituição na qual atua como cenógrafo. Entre seus principais cenários estão os dos programas “Prelúdio”, “Prêmio Carlos Gomes” e “Sinfonia Fina”, da TV Cultura. Desenvolveu trabalhos para o Festival de Inverno de Campos do Jordão e para o Festival de MPB de Tatuí. Realizou a cenografia dos espetáculos “Morte e Vida Severina”, “O Pequeno Príncipe”, entre outros. Dedica-se ao teatro de animação, cultura popular e folclore, tendo sido o coordenador do II e III Torneio Estadual de Cururu – evento para o qual também desenvolveu cenário. Formou-se em artes plásticas pela Faculdade de Tatuí. É professor na Uniso (Universidade de Sorocaba) e no Conservatório de Tatuí.

João Fabbro

João Fabbro

Expressão Corporal, Consciência Corporal, Montagem e Curso de Aperfeiçoamento

Ator e Arte Educador. Mestre pela Universidade de Campinas – UNICAMP (2013-2015), sob orientação do Prof. Dr. Matteo Bonfitto, tendo como pesquisas práticas e poéticas relacionadas à voz e ao corpo. Graduado em Artes Cênicas pela Universidade Estadual de Londrina – UEL (2006-2010). Estudou na Escola Municipal de Circo de Londrina (2006-2008). Participou durante cinco anos (1998-2002) do curso de Formação de Atores do Conservatório Dramático e Musical Dr. Calos de Campos de Tatuí, onde hoje atua com docente nas disciplinas de Consciência Corporal, Expressão corporal e Montagem, além do curso de Aperfeiçoamento. Ministra aulas de artes cênicas em colégios de Tatuí e região, além de dirigir e orientar trabalhos com coletivos artísticos e grupos de teatro e dança. Ainda é um dos integrantes da Nossa Trupe Teatral, grupo de teatro sediado em Tatuí/SP desde 2011.  

Agência Digimeta