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Cotação de Preços n.° 04/2010 – Aquisição e instalação de sistema de ar condicionado – recebimento das propostas até 25/06/2010.

A AACT, nos termos do artigo 6°, inciso III, do seu Regulamento de Contratações, abre a presente cotação de preços para aquisição de bens e serviços conforme as especificações abaixo elencadas:

 

OBJETO:

 

Aquisição de materiais e prestação dos serviços de entrega e instalação e acabamento de sistema de condicionamento de ar, conforme Memorial Descritivo Anexo.

 

NECESSIDADES ESPECÍFICAS:

– O fornecedor deverá oferecer garantia mínima de 06 (seis) meses para os materiais adquiridos e os respectivos serviços prestados;

– O frete deverá estar incluso no preço da cotação, assim como todos e quaisquer tributos porventura incidentes sobre a atividade.

 

PREÇO E CONDIÇÕES DE PAGAMENTO:

O fornecedor deverá especificar o preço unitário e o preço total dos materiais e serviços que compõem o objeto da presente cotação, assim como deverá apresentar propostas para pagamento à vista e parcelado, indicando neste último caso a quantidade e periodicidade das parcelas.

 

PRAZO PARA INÍCIO E TÉRMINO DOS SERVIÇOS:

Cada proponente deverá apresentar o prazo para início e término dos serviços, sendo que o mesmo não poderá ultrapassar o tempo de 40 (quarenta) dias.

 

Os interessados em participar da presente cotação deverão encaminhar à AACT, até o dia 25/06/2010, a respectiva proposta de orçamento, em papel timbrado, contendo os dados cadastrais e assinada pelo respectivo responsável/representante legal, juntamente com cópia simples do CNPJ e contrato social do proponente, sendo que a proposta deverá obrigatoriamente contemplar as especificações acima elencadas, sob pena de invalidação.

 

Somente serão aceitas as propostas entregues pessoalmente ou postadas via correio até o prazo acima citado, utilizando-se como endereço a Rua São Bento, 415, centro, Tatuí – SP CEP 18270-820, e com a seguinte indicação no envelope: “COTAÇÃO DE PREÇOS – ANEXO ARTES CÊNICAS”. Não serão aceitas propostas encaminhadas via e-mail, fax, ou qualquer outro que não os ora estipulados.

 

Os proponentes interessados poderão agendar visita técnica ao local, dentro do horário comercial, pelo telefone (15) 3205-8416, com a Sra. Rafaeli Tiepo, não sendo admitida prorrogação do prazo para entrega da proposta.

 

Maiores informações poderão ser obtidas pelo telefone ou endereço acima citados, durante o horário comercial.

 

Tatuí, 15 de junho de 2010.

 

AACT

 

MEMORIAL DESCRITIVO E ESPECIFICAÇÕES TECNICAS

DOS EQUIPAMENTOS E MATERIAIS-ARTES CÊNICAS

 

1.0 OBJETO:

 

O presente documento pretende definir as condições técnicas de fornecimento e instalação do Sistema de Ar Condicionado para as Salas de Aulas, Sala de Figurinos, Sala de Ensaios e Sala dos Professores do Conservatório de Tatuí.

 

O Instalador a ser contratado deverá considerar no fornecimento todos os componentes e serviços, mesmo que não especificamente mencionados ou indicados, de forma que o sistema opere de forma plenamente satisfatória.

 

Este projeto foi desenvolvido considerado os seguintes critérios de projeto:

 

ü  Sistema de Ar Condicionado com Coeficiente de desempenho (COP) KW/KW

conforme ASHRAE 62.1-2004 e 90.1-2007;

ü  Possuir Sistema de Renovação de Ar com acionamento conjugado com as unidades

evaporadoras e níveis mínimos conforme ASHRAE 62.1e ABNT-NBR-16401-3

ü  Gás refrigerante ecológico do tipo R-407 C ou R-410 A;

ü  Dar aos usuários condições de ligar/desligar os equipamentos, controlar as

velocidades dos equipamentos e temperatura individualmente.

 

 

2.0 NORMAS:

 

O Projeto básico foi desenvolvido tendo como base as seguintes normas e/ou recomendações:

 

ü  NBR 16401-1-2-3 (Norma Brasileira)

ü  ASHRAE (American Society of Heating, Refrigerating, and Air Conditioning Engineers)

ü  SMACNA (Sheet Metal and Air Conditioning Contractors National Association)

ü  AMCA (Air Moving and Conditioning Association)

ü  ARI (American Refrigeration Institute)

 

 

3.0 DESENHOS:

 

Os desenhos abaixo listados completam o presente memorial e indicam as disposições pretendidas para a instalação dos equipamentos, das redes de distribuição de ar externo e das redes de gás refrigerante:

 

ü  TR-442-AO-001-RA Plantas, Cortes e listagem de materiais;

ü  TR-442- A0-002-RA Fluxograma elétrico e detalhes.

 

 

4.0 BASES DE DADOS:

 

Ver Planilha de Parâmetros e Resumo de Cálculo de Cargas Térmicas, partes integrantes deste memorial.

 

4.1 CONDIÇÕES EXTERNAS DE VERÃO:

 

Ver planilha de parâmetros e resumo de cálculo de cargas térmicas, parte integrante deste memorial.

 

4.2 CONDIÇÕES INTERNAS:

 

Ver Planilha de Parâmetros e Resumo de Cálculo de Cargas Térmicas, parte integrante deste memorial.

 

4.3 TAXAS DE OCUPAÇÃO, AR EXTERNO, CARGA DE PISO, ILUMINAÇÃO:

 

Ver Planilha de Parâmetros e Resumo de Cálculo de Cargas Térmicas, parte integrante deste memorial.

 

4.4 ENEGIA ELÉTRICA DISPONIVEL:

 

A tensão elétrica disponível para atender ao sistema de condicionamento de ar, será em 220V / 3 F / 60 HZ. e 220 V / 1 F / 60 HZ.

 

4.5 NÍVEIS DE RUIDO:

 

O nível de ruído originado pelo sistema de condicionamento de ar deverá seguir as recomendações da norma ABNT NB-10152.

 

4.6 NÍVEIS DE VIBRAÇÃO:

 

Todos os condensadores externos deverão ser apoiados em amortecedores do tipo elastomérico, dimensionados em função de seus pesos, rotações e centro de gravidade.

 

 

5.0 DESCRIÇÕES GERAIS DAS INSTALAÇÕES:

 

5.1 AR CONDICIONADO:

 

Tendo em vista a configuração, capacidade térmica e operacionalidade dos ambientes, optou-se por um sistema de expansão direta através de equipamentos do tipo SPLIT-SYSTEM para verão com evaporadores do tipo Cassetes.

 

Estes sistemas deverão possuir circuitos frigorigenos com gás refrigerante ecológico R 407 C, ou R-410 A, os quais são ecológicos e não agridem nossa atmosfera.

 

As áreas condicionadas serão atendidas por evaporadoras instaladas no entre forro dos ambientes condicionados.

 

As unidades condensadoras deverão ser instaladas na área externa conforme desenhos que complementam este memorial.

 

A interligação das unidades evaporadoras e condensadoras será através de rede de gás refrigerante em tubos de cobre, devidamente isolada conforme especificação dos materiais, objeto deste memorial e desenhos que complementam este memorial.

 

O suprimento de ar externo para renovação dos ambientes será através de um gabinete de ventilação com venezianas e filtros (VENTIBOX), sendo a distribuição de ar executada por dutos conforme especificação dos materiais, objeto deste memorial e desenhos que complementam este memorial.

 

A drenagem do condensado das unidades evaporadoras deverá ser fornecida pelo instalador do sistema de ar condicionado e executada através de tubos de PVC branco colado.

 

Toda tubulação de drenagem deverá ser isolada com tubo de espuma de polietileno com espessura de 13 mm conforme desenhos que complementam este memorial.

 

 

6.0 ESPECIFICAÇÕES DOS EQUIPAMENTOS E MATÉRIAIS:

 

6.1 UNIDADES CONDENSADORAS EXTERNAS:

 

As unidades condensadoras externas deverão possuir gabinete metálico com pintura a prova de intempérie e serão compostas por:

 

ü  Ventiladores axiais;

ü  Compressores Scroll;

ü  Trocador de calor do tipo aletado;

ü  Válvula de expansão;

ü  Válvulas de serviço;

ü  Circuito frigorigenos completo contendo: filtro secador, visor de liquido;

ü  Gás refrigerante R 410 C ou R 407 A

ü  Quadro elétrico incorporado;

 

As capacidades térmicas e demais dados operacionais das unidades condensadoras encontram-se indicadas nos desenhos e memória de cálculo de carga térmica que complementam esta especificação técnica.

 

6.2 UNIDADES EVAPORADORAS INTERNAS:

 

As unidades evaporadoras internas do tipo Cassete, devendo possuir gabinete em plástico, apropriadas para instalação aparentes e serão compostas por:

 

ü  Ventilador do tipo turbo de alta eficiência e baixo nível de ruído;

ü  Motor elétrico monofásico de três velocidades;

ü  Evaporador composto por tubos de cobre e aletas de alumínio;

ü  Direcionador automático de fluxo de ar;

ü  Bomba de drenagem de condensado;

ü  Filtro de ar lavável e fácil remoção;

ü  Conexões frigorígenas através de porcas flanges;

ü  Distribuidor de ar motorizado;

ü  Controle remoto sem fio;

 

As capacidades térmicas e demais dados operacionais das unidades evaporadoras encontram-se indicadas nos desenhos e memória de cálculo de carga térmica que complementam esta especificação técnica.

 

6.3 GABINETES PARA SUPRIMENTO DE AR EXTERNO:

 

Os ventiladores deverão ser do tipo centrífugo, de dupla aspiração, conforme indicado nas tabelas técnicas constantes nos desenhos.

 

Deverá possuir rotores do tipo pás inclinadas para frente do tipo sirocco.

 

Onde indicado, deverá ser montado em gabinete metálico, com ou sem filtros, conforme indicado nos desenhos.

 

No gabinete deverá ser previsto furo, fornecido com tampa plástica, para interligações elétricas, e este furo deverá ser localizado na tampa de descarga do ar, e com diâmetro dimensionado em função da potência do motor.

 

Deverão ser selecionado, para operar com rendimento mecânico mínimo de 60%, e com velocidade de descarga máxima de 9 m/s.

 

A área de descarga deverá ser conforme norma AMCA.

 

6.4 DUTOS DE AR:

 

– Os dutos de ar de secção convencional (quadrados e retangulares) deverão ser executados em chapa de aço galvanizado, grau de zincagem G 90, nas bitolas recomendadas pela ABNT-NBR 16401-1 e obedecendo ao dimensionamento e disposição indicados nos desenhos.

 

– Os detalhes construtivos deverão ser de acordo com as recomendações da SMACNA, dutos de classe de construção de 500 Pa, e classe de vedação C.

 

– Todas as secções deverão ser flangedas do tipo Power Matic ou TDC.

 

– Todas as dobras ou outras operações mecânicas, nas quais a galvanização tiver sido danificada, deverão ser pintadas com tinta anti-corrosiva, antes da aplicação do isolamento, ou pintura.

 

– Todas as juntas deverão ser vedadas com massa plástica.

 

– Todos os ramais deverão ter spliters ou registros para regulagem de vazão, conforme detalhes SMACNA.

 

– Todas as curvas dos dutos de secção convencional deverão possuir veias defletoras, conforme detalhes SMACNA.

 

– Os manejos a serem utilizados para o acionamento dos registros ou splitters deverão ser executados em chapa galvanizada, com alavanca em ferro; os demais componentes tais como eixos, pivôs, etc., também serão metálicos.

 

– Os dispositivos de fixação e sustentação (suportes, ferragens, etc.), deverão ser em perfis metálicos e vergalhões “galvanizados”.

 

– A ligação dos dutos com a descarga de ventiladores, bem como com os dutos de retorno aos condicionadores de ar, deverá ser feita por meio de uma conexão flexível;

 

– Deverão ser realizados testes de estanqueidade, conforme norma SMACNA nas redes de dutos, sendo que as mesmas deverão ser estar classificadas, quanto à estanqueidade, como: Dutos de Ar Condicionado e Ventilação/ Exaustão em Geral: Pressão de Teste = 500 Pa

 

– Os dutos de exaustão deverão ser executados com as mesmas especificações acima, porem sem isolamento térmico pintados conforme especificação da arquitetura.

 

– Todos os dutos deverão possuir portas de inspeção de 30 x 30 cm com características conforme SMACNA.

 

6.5 BOCAS DE AR:

 

6.5.1 DIFUSORES DE AR:

 

Os difusores de insuflamento deverão ser executados em perfis de alumínio extrudado, anodizado na cor natural, dotados de registro de lâminas convergentes em chapa de aço

galvanizada, pintado com esmalte sintético na cor preto fosco.

 

Os tipos e modelos encontram-se indicados nos desenhos que complementam esta especificação.

 

6.5.2 GRELHAS PARA INSUFLAMENTO, RETORNO E EXAUSTÃO:

 

As grelhas de insuflamento, retorno e exaustão deverão possuir aletas fixa horizontal e fixação invisível, deverá ser executada em perfis de alumínio extrudado, anodizado, na cor natural.

Deverão ser dotados de dupla deflexão, para insuflamento, e registro de lâminas convergentes, executados em chapa de aço, esmaltados a fogo, na cor preta fosco.

 

6.5.3 VENEZIANAS:

 

As venezianas deverão ser executadas em perfis de alumínio extrudado, anodizado, na cor alumínio natural, com tela protetora de arame ondulado e galvanizado na parte posterior.

 

6.6 TUBULAÇÕES FRIGORIGENA:

 

O circuito de fluído frigorífico será constituído por tubos de cobre com espessura mínima da parede de 1,0 mm e bitolas adequadas, de acordo com as normas da ASHRAE de modo a garantir a aplicação das velocidades corretas em cada trecho.

 

As bitolas das linhas de liquido e gás encontram-se dimensionadas nos desenhos que complementam esta especificação e é objeto de atenção especial quanto às soldas e pressão das mesmas.

 

Deverá haver o máximo rigor na limpeza, desidratação, vácuo e testes de pressão (600 lbs) do circuito, antes da colocação do gás refrigerante.

 

As linhas frigoríficas deverão ser isoladas termicamente com tubos de borracha esponjosa, TIPO AC, espessura mínima de 13 mm.

 

Nos trechos externos o isolamento deverá ser revestido com alumínio liso para proteção mecânica do mesmo.

 

As fixações das tubulações frigorigena nos suportes deverão ser através de peças especiais para evitar o amassamento do isolamento e conseqüentemente sua eficiência térmica.

 

6.7 PAINEIS ELÉTRICOS:

 

6.7.1 NORMAS:

 

Os painéis elétricos deverão ser projetados, executados e testados de acordo com as seguintes normas:

 

ü  ABNT – NB-3 Instalações Elétricas de Baixa Tensão

ü  NEMA – National Electrical Manufacturas Association

ü  ANSI – American National Standards Institute

ü  IEC – International Electrotecnical Comission

 

6.7.2 GERAL;

 

Os painéis deverão ser do tipo armário metálico e terão o escopo de alimentar, proteger e comandar os equipamentos do sistema de ar condicionado.

 

6.7.3 CARACTERISTICAS CONSTRUTIVAS:

 

Deverão ser auto-suportados, verticais, independentes e em linhas retas.

 

ü  Grau de Proteção IP-54

ü   Bitola da Chapa: 14 MSG (mínima)

ü  Estrutura: Chapa dobrada

ü  Instalação: Abrigada

ü  Acesso: Frontal

ü  Componentes: Fixos

ü  Portas aterradas

ü  Gaxeta para vedação de chapas de Neoprene

ü  Fundo fechado

ü  Fecho da porta frontal, do tipo lingueta, com chave em fenda ou quadrada

 

6.7.4 ALIMENTAÇÃO E SAÍDA DE FORÇA:

 

ü  Pela parte superior

ü  Por cabos

 

6.7.5 PINTURA:

 

Deverá ser anti-corrosiva e acabamento em epoxi pó.

 

6.7.6 PLAQUETAS:

 

Deverão ser em acrílico, aparafusadas nas portas frontais dos painéis, cor de fundo preto e cor de letra branca.

 

6.7.7 BARRAMENTOS:

 

Deverão ser de cobre eletrolítico, com capacidade de condução de corrente em regime permanente, com folga mínima de 25%, e adequados para ambientes a 40°C, juntas prateadas e isolados em epoxi.

 

Os barramentos deverão ter identificação permanente para cada fase e terra, devendo ser pintado na cor azul escuro para fase R, branco para fase S, violeta para Fase T, azul para Neutro e verde para Terra.

 

6.7.8 CABOS:

 

Quando especificadas terminações para cabos deverão ser fornecidas conectores adequados aos cabos especificados, com barras de conexão, fixação, suportes para cabos e aterramento adequado.

 

A terminação deve ser montada no painel, de modo que ao instalar bastará utilizar os conectores e kits fornecidos, sem necessidade de adaptações ou materiais adicionais.

 

6.7.9 ATERRAMENTO:

 

9.7.9.1 BARRAMENTO TERRA:

Todas as partes metálicas não condutoras que compõe o painel deverão ser ligados a um barramento de terra que ficará na parte inferior do painel, correndo por toda a extensão do

mesmo.

 

O barramento deverá ser de cobre eletrolítico, adequado para suportar um curto-circuito falta à terra sólido, com duração não inferior a do “short-time rating” de qualquer equipamento componente do painel.

 

6.7.9.2 TERMINAL PRINCIPAL:

 

Deverão ser fornecidos conectores de pressão próprios para cabos de cobre encordoados.

 

6.7.9.3 INVÓLUCRO:

 

O invólucro metálico do painel não deverá ser considerado como uma interligação efetiva para aterramento.

 

As portas e peças basculantes deverão ser aterradas por meio de cordoalhas flexíveis.

 

6.7.9.4 CABOS:

 

Próximo às saídas dos cabos de força deverá existir sempre terminais que facilitem o aterramento de eventuais armações.

 

6.9.10CABOS DE CONTROLE:

 

6.7.10.1 GERAL:

 

Os painéis deverão ter fiação conforme NEMA, com todas as interligações entre compartimentos feitas pelo fabricante.

 

Quando o conjunto dos painéis tiver que ser separado para efeito de transporte, as interligações entre os diversos cubículos deverão ser preparados, pré-testados e identificadas de tal modo que possam ser refeitas pelo instalador sem uso de diagramas de fiação.

 

6.7.10.2 TIPOS DE CONDUTORES:

 

Os condutores empregados deverão ser de cobre eletrolítico, encordoados e isolados com material termoplástico retardante a chama, em bitola mínima 2,5 mm2 para os circuitos de

força e 1,5 mm2 para os circuitos de comando.

 

6.7.10.3 CONECTORES:

 

A fiação ligada a terminais tipo parafuso deverá ter conectores tipo compressão, com orelhas. A fiação ligada, a terminais tipo pressão deverá ser terminada por conector de compressão por mordedura com pino.

 

6.7.10.4 IDENTIFICAÇÃO:

 

Cada extremidade de condutor deve ser identificada com anel de plástico, com numeração conforme diagrama de conexão correspondente.

 

O condutor reserva deverão ser identificados e conectados a blocos de terminais, não sendo aceitável o enrolamento e a selagem dos mesmos.

 

6.7.11 COMPONENTES PRINCIPAIS:

 

6.9.11.1 SECCIONADORES:

 

Deverão ser tripolares, tipo rotativo, com acionamento sobre carga, para acionamento direto ou estrela triângulo de motores e adequadas às potências dos motores, e dimensionados com folga mínima de 25% de sua corrente nominal.

 

Vida Útil: 40.000 manobras (mínimo).

 

6.7.11.2 DISJUNTORES:

 

Deverão ser tripolares ou bipolares, conforme a aplicação, para manobra e proteção de motores.

 

Deverão ser dimensionados com folga mínima de 25% de sua corrente nominal e com capacidade de ruptura conforme UL 489.

 

ü  Vide Mecânica = 20.000 manobras (AC-3).

 

6.79.11.3 DISJUNTOR MOTOR:

 

Deverão ser tripolares, para manobra (acionamento rotativo), proteção e alimentação de motores. Deverão ser dimensionados para corrente nominal do motor a ser acionado, serviço AC 3, bem como o calibre de corrente.

 

Deverá ser fornecido com bloco de contatos auxiliares, conforme a necessidade indicada nos esquemas elétricos.

 

ü  Vide Mecânica = 25.000 manobras (AC-3).

 

6.7.11.4 CONTATORES:

 

Deverão ser tripolares secos, a ar conforme, NEMA, adequados para partida direta de motores de indução trifásico e dimensionados com folga mínima de 25% da corrente nominal.

 

Vida Útil: 15 milhões de manobras (AC-3).

6.7.11.5 RELÉS DE TEMPO:

 

Deverão ser do tipo eletrônico para partidas estrela-triângulo, com vida útil de 10 milhões de manobras e pelo menos, 1 (um) contato NA com retardo e 1 (um) NA sem retardo, com faixa de ajuste de 2 a 60s.

 

6.7.11.6 CHAVES SECCIONADORAS:

 

Deverão ser do tipo rotativo, montagem na porta frontal do painel, de acordo com os esquemas indicados nos documentos gráficos, fixação pelo topo, manoplas tipo asa e na cor preta.

 

6.7.11.7 CONTATORES AUXILIARES:

 

Deverão ser utilizado nos circuitos de comando, acionamento em corrente alternada, número de contatos NA e NF de acordo com documentos gráficos, vida útil 30 milhões de manobras.

 

6.7.11.8 BOTOEIRAS:

 

As botoeiras devem ser do tipo “contatos momentâneos”.

 

Devem ser operadas externamente sem necessidade de abertura da porta do cubículo e possuir dispositivo de travamento na posição “desligada”.

 

As botoeiras devem ser ligadas aos circuitos de comandos dos contatores.

 

6.7.11.9 SINALIZAÇÃO:

 

Deverá ser feita através de lâmpadas nas cores indicadas no projeto básico, para sinalização de equipamento ligado, desligado ou falha, respectivamente.

 

Deverá ser composto de visor e soquete, em corpo interiço ou separado, de modo a permitir a substituição das lâmpadas sem necessidade de abertura da porta. Todas as lâmpadas deverão ser alimentadas em 220V.

 

6.7.11.10 TRANSFORMADORES:

 

Os transformadores de medição e proteção deverão estar de acordo com NEMA EI-2 e EI. 1, ANSI C-57-13 e ABNT-EB- 251.

 

A notação das características dos transformadores deverá ser feita pela norma Brasileira.

 

Os transformadores devem ser do tipo seco, encapsulado em resina epoxi.

 

ü  Transformadores de Potencial:

 

Devem ser extraíveis por fusíveis limitadores de corrente.

 

Quando não indicado, a tensão secundária deverá ser 120V e a ligação em delta aberto, e a classe de precisão para medição de 0,3%, e para proteção e comando de 2%.

 

ü  Transformadores de Corrente:

Devem ter características de rigidez mecânica compatíveis com as seccionadoras e devem ter isolamento para plena tensão do painel.

 

Devem ser preferivelmente montados na parte estacionária do painel para permitir a intercambiabilidade dos disjuntores.

 

As marcações de polaridade devem ser facilmente visíveis quando observadas da tampa ou porta de acesso.

 

Devem ter características térmicas e mecânicas compatíveis com o nível de curto-circuito do painel.

 

Devem ser fornecidos dispositivos que permitam curto-circuitar os seus terminais, para remoção de relés ou instrumentos.

 

Os transformadores de corrente, quando não indicados, devem ter secundário para 5A; para medição: precisão de 0,3% a 0,6% e relação para limitar a leitura a plena carga a 75% da escala; proteção: 10% para relés de sobre corrente e 2,5% para diferencial proteção conforme parágrafo 4.6 da ANSI C.37.20C.

 

6.7.11.11 INSTRUMENTOS DE MEDIÇÃO:

 

Deverão ser embutidos na parte frontal quadrados 96 x 96 mm ou 144 x 144 mm, ANSI 639.1, classe de precisão 1%, adequados para suportar sem dano as condições de operação previstas como: sobretensão, curto-circuito no lado primário, partidas, etc.

 

Os medidores voltimétricos devem ter tensão correspondente aos transformadores de potencial, comutadores de fase com posição neutra quando requeridos.

 

Os medidores amperimétricos devem ser adequados aos transformadores de corrente correspondentes, ter comutadores de fase com quarta posição neutra, amortecimento ou escala expandida para indicar correntes de partida e operação normal.

 

A escala dos instrumentos de medição deve ser escolhida de modo que, em condições normais, o ponteiro indicador fique entre 50 e 70% da escala.

 

6.7.12 CARACTERISTICAS ELÉTRICAS:

 

ü  Tensão Nominal: 220 V-3F e 220 V-1F

ü  Freqüência Nominal: 60 HZ

ü  Comando: 220 V (Fase – Neutro)

 

 

6.7.13 DISPOSITIVOS DE PARTIDA DOS MOTORES ELÉTRICOS:

 

Os dispositivos de partida a serem utilizados, obedecerão aos seguintes critérios:

 

ü  Até 5,0 CV: partida direta (geral)

ü  Acima de 5,0 CV: partida estrela-triângulo

 

 

6.8 REDES ELÉTRICAS:

 

6.8.1 GERAL:

 

Faz parte do escopo desta especificação técnica todas às interligações elétricas entre os painéis e os equipamentos e todas as interligações do sistema de controle.

 

6.8.2 FIAÇÃO ELÉTRICA:

 

Os cabos de força e comando serão unipolares, em condutor de cobre, com encapamento termoplástico, anti-chama classe de isolação 750V, temperatura de operação de 70 ºC em

cabos singelos.

 

Deverão ser utilizadas cores diferentes para a identificação de circuitos e sistemas.

 

Os cabos de força e os de comando deverão ser encaminhados em eletrodutos, ou eletrocalhas, independentes.

 

6.8.3 ELETRODUTOS E CONEXÕES:

 

Deverão ser do tipo meio-pesado, em aço esmaltado com costura removida e pontas roscadas para conexões.

 

Toda mudança de direção deverá ser executada por caixas de passagem.

 

As conexões (arruelas, buchas, conectores, boxes, etc.) deverão ser, também, em aço esmaltado e fornecidos completos com porcas, parafusos e arruelas, quando necessário.

 

6.8.4 CAIXAS DE PASSAGEM:

 

As caixas de passagem deverão ser em alumínio fundido, fixado com parafusos de rosca paralela, junta de vedação de borracha, gaxeta de vedação, entradas sem rosca.

 

6.8.5 ELETROCALHAS E COMPLEMENTOS:

 

Deverão ser executadas em chapa de aço com galvanização eletrolítica, perfurada sem tampa,e padronizadas.

 

Todas as derivações, conexões, e mudanças de direções deverão ser feitas através de peças padronizadas.

 

6.8.6 LIGAÇÕES FINAIS:

 

As ligações finais entre os eletrodutos rígidos e os equipamentos deverão ser executadas com eletrodutos flexíveis fixados por meio de buchas e boxes apropriados.

 

6.8.7 SUSTENTAÇÃO:

 

Toda a sustentação necessária para a rede elétrica deverá ser prevista, podendo ser utilizados fixadores, garras, tirantes, sempre construídos em aço galvanizado a fogo.

 

6.8.8 CORES DA FIAÇÃO:

 

ü  Fase A = Preto

ü  Neutro = Azul

ü  Fase B = Vermelho

ü  Terra = Verde

ü  Fase C = Amarelo

 

 

6.8.9 OBSERVAÇÃO:

Os cabos de força e os de controle deverão ser encaminhados em eletrodutos independentes.

Agência Digimeta