Secretaria da Cultura
5º Seminário de Regência
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Conservatório Dramático e Musical de Tatuí

Choro

O Conservatório de Tatuí é a primeira escola de música brasileira, mantida por um Governo Estadual, a incluir em seu currículo o gênero “Choro” como matéria pedagógica. O curso é oferecido desde o ano de 1999. Nenhuma outra escola do Brasil, estadual ou particular – com exceção da escola de Choro de Brasília mantida pelo Governo Federal e fundada um ano antes, em 1998 -, teve a iniciativa de abrir espaço a esse tão importante gênero da música brasileira.
Na coordenação de Choro, são oferecidos cursos de flauta transversal, violão, bandolim, cavaquinho, percussão e prática de conjunto popular. Os cursos de instrumentos têm fixo na grade as disciplinas: Instrumento; Teóricas: teoria e percepção, harmonia popular; e Prática de conjunto. Para os cursos da coordenação de Choro são previstas ainda as seguintes disciplinas optativas: linguagem de choro, história da música popular e arranjo, maracatu, ritmos brasileiros, piano ou violão complementar, percussão complementar, prática de big band.
A divulgação do Choro pelo Conservatório de Tatuí iniciou-se em 1993. Já a partir dessa data a escola passou a manter o choro como uma das opções de grupo musical oferecidas por essa instituição a serviço da boa música. A partir de 2009, o choro conquistou um espaço próprio dentro da instituição, uma área específica abrangendo um grande número de ritmos formadores (as músicas-danças europeias: polca, mazurca, valsa, schottisch, quadrilha e habanera) e também ritmos não formadores que com o tempo foram agregados a seu extenso repertório pelos muitos compositores chorões como o baião, o frevo, o samba, o arrasta-pé e outros ritmos urbanos e também rurais.
A Área de Choro do Conservatório de Tatuí busca conciliar aprendizado formal e aprendizado não formal, proporcionando aos alunos atividades extraclasses onde eles, diferentemente do que acontece em aula, são “preparados para o desempenho” seguindo assim as formas tradicionais de aprendizagem do choro. A roda de choro, principal estratégia no que diz respeito à educação informal utilizada pela área, foi e continua sendo o espaço principal de formação de chorões. O tocar de memória, o acompanhamento de ouvido, a leitura gestual dos outros instrumentos, o contracanto improvisado, o contato com outros alunos e professores participantes, a proximidade com os ouvintes são fatores que acrescentam uma vivência musical impossível em salas de aula. Daí a importância de ser feita em um ambiente aberto ao público, informal, onde o professor deixe de ser a única fonte de informação. Criar possibilidades para a produção ou construção do conhecimento é tão importante como transferir este conhecimento. As aulas de instrumento também buscam conciliar educação formal e não formal. O objetivo da área é trabalhar o aluno para que este alcance conhecimentos teóricos, técnicos e musicais tendo sempre a música associada ao som e não apenas ao seu registro no papel.
O trabalho desenvolvido pela área de choro vem sendo tema de pesquisas acadêmicas em diferentes universidades brasileiras.

 

ÁREA DE CHORO      

Violão e

Flauta

Bandolim,

Cavaquinho e Percussão

MATÉRIAS OBRIGATÓRIAS
semestre 1 semestre 1 instrumento teoria 1
semestre 2 semestre 2 instrumento teoria 2
semestre 3 semestre 3 instrumento P. de Choro Harmonia 1 Percepção 1
semestre 4 semestre 4 instrumento P. de Choro Harmonia 2 Percepção 2
semestre 5 semestre 5 instrumento P. de Choro * Harmonia 3 * Percepção 3
semestre 6 semestre 6 instrumento P. de Choro
semestre 7 semestre 7 instrumento P. de Choro
semestre 8 semestre 8 instrumento P. de Choro
semestre 9 semestre 9 instrumento P. de Choro * matérias optativas

para percussão

semestre 10 semestre 10 instrumento P. de Choro
semestre 11 instrumento P. de Choro
semestre 12 instrumento P. de Choro

 

Curso de “Linguagem de Choro” (matéria optativa)

Aberto a todos os instrumentistas de sopro, área MPB ou Erudita

Duração: 2 semestres

Pré Requisitos: qualidades técnicas-musicais relativas ao 5º semestre de Instrumento

Alexandre Bauab Jr.

Alexandre Bauab Jr.

Coordenador; professor de violão 7 cordas, prática de choro e coordenador do Grupo de Choro do Conservatório de Tatuí

Formado em violão erudito no Conservatório de Tatuí, onde atualmente ministra aulas de violão 7 cordas, prática de choro e coordena a área de choro da mesma instituição. Já participou de várias formações instrumentais, de big bands a Orquestra Sinfônica, atuando como músico e solista. Como instrumentista, teve a oportunidade de acompanhar vários nomes da MPB como Moraes Moreira, Edu Lobo, Nivaldo Ornelas, Jair Rodrigues, Fátima Guedes, Leila Pinheiros e outros. Participou de várias gravações lançadas no Brasil e no exterior. Coordena o Grupo de Choro do Conservatório de Tatuí (Quebrando Galho).

Altino Toledo

Altino Toledo

Bandolim, Prática de Choro e integrante do Grupo de Choro do Conservatório de Tatuí

Bandolinista, fundou, com Alexandre Bauab Jr., o Grupo de Choro do Conservatório de Tatuí (Grupo de Choro Quebrando Galho). Atualmente, é graduando em Educação Musical na USFCar (Universidade Federal de São Carlos). Introduziu o ensino do bandolim no Conservatório Dramático e Musical “Dr. Carlos de Campos” de Tatuí, dentro do núcleo de choro, instituição na qual é professor de bandolim e prática de choro desde 1999. Como professor, ministrou aulas em festivais como o 25º Festival de Londrina (aulas de bandolim e prática de choro); em três edições do Festival de Ourinhos (aulas de prática de choro); e em workshops e concertos didáticos nas cidades de Jaú, Bauru, Ribeirão Preto, Santos e em Tatuí. Participou de mais de cem apresentações públicas em mais de cinqüenta diferentes cidades do Estado de São Paulo, dentre elas destacam-se as realizadas com músicos reconhecidos nacional e internacionalmente como Naylor “Proveta”, Altamiro Carrilho e Humberto Araújo. Com o Grupo de Choro Quebrando Galho gravou CD homônimo. Ainda no campo das gravações, participou como bandolinista do CD “Soleil” da cantora Clementine (lançado pela Sony Music), do CD “Horn Brasil” de Adalto Soares e do CD “Choro Canção” do grupo Casa de Marimbondo. Como bandolinista do Grupo de Choro do Conservatório de Tatuí (Quebrando Galho) gravou programas de televisão como o Sinfonia Fina (série exibida pela TV Cultura em 2007), Jazz&Cia. (TV Cultura) e Instrumental Sesc Brasil (STV). Foi premiado por duas vezes (segundo e terceiro lugares) no Prêmio Nabor Pires de Camargo. Apresentou-se em algumas das principais casas de eventos e teatros do país, como o “Cláudio Santoro” (Campos do Jordão) e Memorial da América Latina (São Paulo). Com a Orquestra Violões & Cia. e com quarteto de choro realizou inúmeras apresentações nas cidades de Manhein e Heidelberg (Alemanha), em 2008.

Benedito Alberto de Paula

Benedito Alberto de Paula

Prática de choro e linguagem de choro

Nascido em Mogi das Cruzes em 1961, formou-se em flauta e saxofone pelo Conservatório Dramático e Musical “Dr. Carlos de Campos” de Tatuí, em 1994. Aperfeiçoou seus estudos de flauta com os professores João Dias Carrasqueira e José Ananias Souza Lopes e de saxofone com os professores José Teixeira Barbosa (Sr. Juca), Hector Costita e Roberto Sion. Participou de diversas edições dos festivais de Campos do Jordão, Belo Horizonte, Brasília, Londrina, tendo freqüentado masterclasses com músicos da National Symphony Orquestra de Washington e da 8ª Conferência Internacional da Associação Mundial de Bandas Sinfônicas, realizada na Áustria. Como solista apresentou-se com a Orquestra Sinfônica de Rio Claro, Banda Sinfônica de Tatuí, Orquestra Devotos de Nossa Senhora dos Prazeres (Projeto Petrobrás), Orquestra HSBC e Orquestra Bachiana Filarmônica. Atuou como convidado na Orquestra Experimental de Repertório e Orquestra Sinfônica de Tatuí. Pertenceu ao naipe de saxofones da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo de 1989 a 2008, grupo com o qual participou das óperas Carmina Burana, Orfeo de Monteverdi, Il Campanello di Notte, A Tempestade, O Telefone e o Espetáculo "Atmosferas” com a Companhia de Balé Cisne Negro. Como instrumentista, apresentou-se com artistas renomados como Hermeto Pascoal, Egberto Gismonti, Diana King, Zizi Possi, Laércio de Freitas, Nico Assunção, André Dequech, Nelson Farias, Zé Eduardo Nazário, Agnaldo Rayol, Roberto Sion, Juarez Moreira, Nivaldo Ornelas, Rosa Passos, Antônio Nóbrega e Altamiro Carrilho. Atualmente é professor da área de choro do Conservatório de Tatuí, Escola Municipal Livre de Música de Itapetininga e flautista solista da Orquestra Sinfonieta dos Devotos de Nossa Senhora dos Prazeres. Desde 1982 desenvolve trabalho de pesquisa, estudo e divulgação da música instrumental brasileira, com destaque para o Choro e MPB.

Marcelo Cândido Gonçalves

Marcelo Cândido Gonçalves

Cavaquinho, Prática de Choro e integrante do Grupo de Choro do Conservatório de Tatuí

Professor da área de choro do Conservatório de Tatuí e da Escola de Música do Estado de São Paulo. Formado em cavaquinho pelo Conservatório Dramático e Musical “Dr. Carlos de Campos” de Tatuí e graduado em Educação Artística – Artes Plásticas pela Faculdade de Filosofia e Letras de Tatuí. Integrante do Grupo de Choro do Conservatório de Tatuí (Quebrando Galho) desde 1994, com o qual se apresentou nos palcos do Teatro Claudio Santoro (Campos de Jordão), Sesc Paulista (no programa Instrumental Sesc TV), programa “Jazz & Companhia” da TV Cultura, Memorial da América Latina (São Paulo), Teatro Procópio Ferreira de Tatuí, entre outros. Idealizou junto com a cantora Márcia Mah o Grupo de Choro “Casa de Marimbondo”, com o qual gravou o CD “Casa de Marimbondo Choro Canção” e também atua no Grupo de “Bola 7”, divulgando o Samba de Raiz. Realiza workshops e aulas técnicas em encontros e festivais, destacando-se as participações no VI Festival de Inverno de Jaú, Oficina Grande Otelo de Sorocaba, 25º Festival de Música de Londrina, Escola Studio Instituto Musical na cidade de Ourinhos, Universidade Sagrado Coração (USC) na cidade de Bauru e aulas espetáculos dentro das atividades do projeto Guri. Como músico instrumentista, já atuou ao lado de vários nomes da música brasileira como Altamiro Carrilho, Proveta, Leila Pinheiro, Monarco, Trio Fala Brasil, Humberto Araújo e grupo Madeira de Vento. Participou das gravações dos CDs “Quebrando Galho”, “Casa de Marimbondo”, “Horn Brasil” (do trompista Adalto Soares), “Não Posso Mais Voltar” (do compositor Hudson Nogueira), “Novos Ventos Velhos Amigos” (Grupo Catavento), “Prêmio Banco do Brasil” (resultado de concurso de incentivo a novos intérpretes e compositores), “Um Craque Chamado Divino” (trilha do filme da biografia de Ademir da Guia) e “Soleil” (da cantora francesa Clementine, editado pela Sony Music Japão).

Rodrigo Moura

Rodrigo Moura

Percussão Choro e Percussão MPB&Jazz

Iniciou os estudos de música em 1994 no Conservatório de Tatuí, formando-se em percussão erudita e popular. Como instrumentista atuou em vários grupos musicais, tendo sido percussionista da Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí (Orquestra de Sopros Brasileira), acompanhando nomes como Elba Ramalho, Luiz Melodia, Alceu Valença, MPB 4 e outros. Tem participação nos CDs da Big Band Prata da Casa, Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí e Camerata de Violões do Conservatório de Tatuí. Atualmente é professor de percussão popular dentro do curso de MPB & Jazz do Conservatório de Tatuí.

Agência Digimeta