Secretaria da Cultura
5º Seminário de Regência
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Conservatório Dramático e Musical de Tatuí

Sopros Metais

A área de Sopros – Metais engloba os cursos de trompete, trompa, trombone, trombone baixo, eufônio e tuba, todos com duração de 14 semestres.
Ao ingressar nos cursos de instrumento, o aluno (que pode ser totalmente iniciante) terá acesso a um conteúdo programático fundamentado nas mais atuais metodologias internacionais de ensino instrumental e poderá vivenciar a música por meio de repertório abrangente e motivador.
A área mantém a tradição do Conservatório de Tatuí em oferecer a oportunidade àqueles que buscam as informações necessárias para tocar bem um instrumento de sopro. No quadro de docentes já trabalharam professores renomados no cenário musical brasileiro, como Gilberto Gagliardi, Reinaldo Gianelli, Edgar Batista dos Santos (Capitão), Sétimo Paioletti, Gilberto Siqueira, Enzo Pedini, Keith Havens, Dráuzio Chagas (Boi), entre outros.
Presente na instituição desde sua inauguração, este departamento se ocupa do ensino preparatório, básico, intermediário e avançado dos instrumentos que compõe as bandas e orquestras sinfônicas.
O ensino preparatório é destinado àqueles que não possuem qualquer conhecimento sobre o instrumento desejando obter o aprendizado inicial, com duração de dois semestres.
O ensino básico de quatro semestres de duração se ocupará em fornecer os fundamentos técnicos necessários para que o aluno possa controlar seu instrumento a fim de se desenvolver em qualquer estilo musical.
Desde a criação das áreas de música popular do Conservatório de Tatuí, a área de sopros pôde direcionar seu ensino intermediário e avançado exclusivamente à vivência da música clássica, fornecendo assim um extensivo preparo técnico-artístico que constituirá na capacitação dos instrumentistas para o aprofundamento em atividades sinfônicas, cameristas e como solistas.
Hoje a área conta com alunos formados por ela trabalhando em vários grupos brasileiros, como a Osesp, Orquestra Municipal de São Paulo, Orquestra Municipal de Campinas, Banda Sinfônica do Estado de São Paulo entre outros, como também trabalhando na Europa e Estados Unidos.

 

Grade Curricular

Teoria e percepção infantil: até 10 semestres (idade mínima 7 anos, de acordo com o instrumento pretendido). Terminada a disciplina, o aluno será submetido a um teste para verificação do nível em que deverá ser inserido em Teoria e Percepção.

 

Teoria e percepção: 6 semestres (esta disciplina é pré-requisito para frequentar Harmonia, Contraponto, História da Música e Análise)

Harmonia: 04 semestres (esta disciplina é pré-requisito para frequentar Contraponto e Análise)

Contraponto: 04 semestres

História da Música: 06 semestres

Análise: 02 semestres

 

Grade geral das disciplinas complementares (adulto)

 

Teoria e Percepção I Canto Coral I
Teoria e Percepção II Canto Coral II
Teoria e Percepção III Canto Coral III
Teoria e Percepção IV Canto Coral IV
Teoria e Percepção V Canto Coral V
Teoria e Percepção VI Canto Coral VI
Harmonia I História da Música I
Harmonia II História da Música II
Harmonia III História da Música III
Harmonia IV História da Música IV
Contraponto I História da Música V
Contraponto II História da Música VI
Contraponto III Análise I
Contraponto IV Análise II

 

 

Também são complementares aos cursos de instrumento/canto as seguintes disciplinas:

Música de câmara.    Duração da disciplina: 8 semestres

(exceção: são 6 semestres para o curso de canto lírico).

Carga horária mínima: 1 hora/aula por semana

 

Prática de conjunto.    Duração da disciplina: 6 semestres

(exceção feita aos cursos de Violino, Viola, Violoncelo e Contrabaixo nos quais são previstos 14 semestres de prática de conjunto)

Carga horária mínima: 2 horas/aula por semana

Importante: a carga horária da Prática de Conjunto do 1° ao 4° semestres será sempre de 2 horas/aulas por semana. Do 5° semestre em diante, a carga horária será de 4 horas/aulas por semana.

 

Todo aluno de Violino, Viola, Violoncelo e Contrabaixo, matriculado à partir do 11º semestre em seu instrumento é obrigado a se inscrever para a Orquestra Sinfônica Jovem. Em caso de não haver vagas neste grupo, o aluno deverá se matricular na Orquestra de Cordas Juvenil.

 

De acordo com o número de vagas disponíveis, a partir do 1° semestre no instrumento/canto o aluno matricular-se-á também em Música de Câmara e/ou Prática de Conjunto. Ao final de seu curso, ele obrigatoriamente deverá ter cursado 6 semestres de Prática de Conjunto (incluído os coros – atenção: não é a aula de canto coral) e 8 semestres de Música de Câmara, com excessão a flauta-doce onde a Prática de Conjunto ou Música de Câmara devem contar com o total de 8 semestres.

 

Todo aluno matriculado a partir do 7º (sétimo) semestre no seu instrumento – com exceção de Canto, Choro, Cravo, Flauta Doce, Luteria, MPB/Jazz, Regência e Violão – é obrigado a se inscrever no processo de seleção para a Banda Sinfônica Jovem e/ou para a Orquestra Sinfônica Jovem. Uma vez preenchidas as vagas oferecidas por esses grupos, o aluno não classificado deverá participar de qualquer outro grupo pedagógico no qual o seu intrumento esteja inserido.

 

O aluno matriculado em violino barroco, viola barroca, viola da gamba ou violoncelo barroco é obrigado a participar do Ensemble de Performance Histórica, nos últimos 6 semestres.

O aluno matriculado em cordas dedilhadas históricas é obrigado a participar do Ensemble de Performance Histórica a partir do 5º semestre até a conclusão do curso.

João José Xavier da Silva

João José Xavier da Silva

Trompete e Coordenação Geral da Área

Iniciou seus estudos no Conservatório Dramático “Dr. Carlos de Campos” de Tatuí, em 1974, formando-se no curso de trompete em 1987. Concluiu o curso de aperfeiçoamento de trompete em 1991 no Conservatório de Tatuí, onde estudou com os professores Clovis Mamede, Nelson Rubens dos Santos, Nailson de Almeida Simões, Sétimo Paiolletti, Clovis Beltrami e principalmente Edgar Batista dos Santos (Capitão). Graduado em Educação Artística e pós-graduado em psico-pedagogia. Foi integrante dos seguintes grupos: Orquestra Sinfônica do Conservatório de Tatuí, Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí, Orquestra Sinfônica Paulista e Orquestra de Sopros Brasileira, Big Band Prata da Casa, Big Band do Conservatório de Tatuí. Integrou, também, a Orquestra Sinfônica de Sorocaba e o conjunto de metais Arte Nova do Conservatório de Tatuí, do qual também foi coordenador. Atuou em São Paulo por seis anos como trompetista, trabalhando em bailes, shows e gravações. Atualmente, é professor de trompete e coordenador da área de sopros-metais do Conservatório de Tatuí, atuando como trompetista na Big Band do Conservatório de Tatuí.

Edmilson Baía de Oliveira

Edmilson Baía de Oliveira

Trombone

Iniciou seus estudos de trombone no Conservatório de Tatuí no ano de 1995 com o professor Irineu D. Gregório. Depois, estudou com Gilberto Gagliardi, Marcelo de Jesus da Silva, Darrin C. Milling e Alan de Lima Palma. Participou de vários festivais e cursos de renome, bem como de workshops e masterclasses com Joseph Alesi, Roger Rocco, Canadian Brass, Marvim Stam, Ed Sarath, Neels Neegard, Martin Winigier, Hudson Nogueira, Nahor Gomes, Dale Underwood, Daniel Barry e Fred Mills. Realizou importantes apresentações sob a regência de Lazlo Marosi, Arnold Gabriel, Virgínia Allen e Richard Markson. Participou da gravação de CDs com a Big Band “Prata da Casa” e Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí. Foi professor de trombone nas oficinas do Pró Bandas (2000- 2007) e do projeto Bandas da Funarte (2007). Participou como primeiro trombone da Orquestra Sinfônica do Conservatório de Tatuí (2000-2008) e atualmente trabalha como chefe de naipe e primeiro trombone na Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí, professor de trombone e regente titular do Conjunto de Metais do Conservatório de Tatuí.

Fábio José da Silva

Fábio José da Silva

Tuba

Diplomado em Tuba pela Faculdade Mozarteum. Teve como professores Marcos dos Anjos, Gian Marques, Drauzio Chagas, Donald Schimidt, Raimundo S. Ferraz e Benedito J. Faustino. Participou de masterclasses, entre eles os ministrados por Roger Rocco (EUA), e edições do Festival de Inverno de Tatuí e Campos do Jordão (1991-2000). Foi músico da Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí (1997-2010), grupo com o qual gravou oito CDs e um DVD. Foi músico da Banda Sinfônica de São Bernardo do Campo (2000-2003), com a qual gravou um CD. Ministrou aulas no projeto Pró-Bandas (2000-2007) e no Festival Eleazar de Carvalho em Fortaleza (2012). É professor da classe de tuba no Conservatório de Tatuí e Polo do Conservatório de Tatuí em São José do Rio Pardo. É músico da Banda Sinfônica da Prefeitura de Americana e músico convidado da Orquestra Sinfônica de Americana.

Gerson Brandino

Gerson Brandino

Trompete

Diplomado em trompete pelo Conservatório de Tatuí e pós-graduado em Metodologia do Ensino da Música pela Faculdade Internacional de Curitiba, atualmente cursa pós-graduação em Música de Câmera pela mesma faculdade. Teve como professores Jerônimo Figueiredo, João José da Silva, Edgar Batista dos Santos (Capitão) e Gilberto Siqueira. Participou de vários masterclasses com professores renomados, entre eles Charles Schlueter, Marvin Stamm, José Sibaja, Rex Richardson, Joatan Nascimento e Adam Rapa. Participou de vários encontros e festivais destacando-se o Festival de Inverno de Campos do Jordão (1992, 1994, 1995, 2001 e 2003 núcleo Bandas – Tatuí), sendo em 2001 agraciado com o Prêmio “Luiz Arruda Paes”. Tocou sob a regência de renomados maestros como Roberto Farias, Mark Whitlock, João Maurício Galindo, Jan Van Der Roost, Laszlo Marosi, Dario Sotelo, João Carlos Martins e acompanhou importantes solistas como Edson Beltrami, Gregory Fritze, Dale Underwood, Adalto Soares, Quinteto Boston Brass, Leila Pinheiro, Fred Mills entre outros. Em 2009 participou como músico e professor do projeto “Brasil Presente”, da Embaixada Brasileira na Costa Rica, em turnê com a Camerata de Sopros de Tatuí, onde realizou masterclass e concertos na Universidade de Costa Rica em São José e na Universidade Nacional na cidade de Herédia. Participou da gravação de oito CDs e um DVD junto à Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí. Em 2010 integrou como professor o programa Coreto Paulista – Oficinas Itinerantes para Maestros e Músicos de Bandas. Desde 2006 é professor de trompete do Conservatório de Tatuí. É trompetista da Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí desde a criação do grupo, em 1992.

Joaquim Antonio das Dores

Joaquim Antonio das Dores

Trompa

Iniciou seus estudos musicais no Conservatório de Tatuí em 1979, tendo aulas de trompa com a professora Kathy Boggs Havens e música de câmara com Maria José Carrasqueira, Homero Magalhães e Lais Kauffmann. No Conservatório, participou da Orquestra Sinfônica (regida por Jamil Maluf), Banda Sinfônica (regida por José Coelho de Almeida), Big Band SamJazz (regida por Antônio Carlos Neves Campos), Orquestra Projeto 75 (regida por José Antônio Pereira) e Conjunto de Metais (professor Edgar B. Santos). Participou de vários Festivais de Música, como o Festival de Inverno de Campos do Jordão, Festival de Verão do Guarujá e Oficina de Música de Curitiba. Estudou Trompa com Ozeas Arantes, David Kappy, James Chambers, Edwin Theyrs, Daniel Havens, Phill Mayers e Enzo Pedini. Trabalhou Música de Câmara com Walter Bianchi, Henry Schumann e Noel Devos. Atuou em várias orquestras, entre elas a Orquestra Sinfônica Jovem Municipal de São Paulo (regida por Jamil Maluf), Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo (regida por Isaak Karabtchevisk), Orquestra Sinfônica do Paraná (regida por Alceo Bocchino), Orquestra Sinfônica de São José dos Campos (regida por Rogério Santos) e Orquestra de Sopros Brasileira (regida por Dario Sotelo). Como professor, lecionou no Festival Internacional de Londrina (11° Festival), Escola de Música de Joinville, Encontro de Metais de Foz do Iguaçú, Festival de Campos do Jordão (núcleo Tatuí), Projeto Pró-Bandas Hortolândia, Festival Corn Products (Mogi-Guaçu) e Festival de Férias de Tatuí. Atualmente, é professor de trompa no Conservatório de Tatuí; trompista solista da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo; e coordenador de metais e trompista solista da Orquestra Sinfônica do Conservatório de Tatuí.

Joel Pereira

Joel Pereira

Trompa

Iniciou seus estudos de trompa aos 13 anos com o professor Enzo Pedine no Conservatório de Tatuí. Estudou também com Kathy Boggs Havens e participou de inúmeros festivais, dentre eles os de Campos do Jordão nos anos de 1976 a 1982, estudando com professores tais como David Kappy, Daniel Havens e Oseas Arantes. Foi integrante da Orquestra de Sopros Brasileira e Orquestra Sinfônica Paulista, com as quais gravou inúmeros CDs tanto na área popular quanto na erudita. Desde 1984 participa como trompista da Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas com a qual tem se apresentado nas capitais brasileiras como também no exterior. Também atua, desde 1991, como professor de trompa no Conservatório de Tatuí.

Luciano Vaz

Luciano Vaz

Tuba

Membro do conselho da diretoria da ITEA (Associação Internacional de Tubistas e Eufonistas), na qual é o representante da América do Sul. Atualmente é o tubista solista da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo e, também, professor de tuba e de música de câmara do Conservatório de Tatuí. Formado pelo Conservatório de Tatuí no curso de tuba, teve como seus principais professores Gian Marco de Aquino, Marcos dos Anjos Jr.  e James Gourlay. Como instrumentista convidado, tem trabalhado ativamente nas principais orquestras sinfônicas do país. Pedagogo e pós-graduado em Educação Musical pela Faculdade Paulista de Artes, também desenvolve intensa carreira como docente. Frequentemente participa como professor convidado ministrando aulas de tuba e eufônio em vários festivais e projetos de destaque como Pró-Bandas, Coreto Paulista, Curso de Férias de Tatuí, Festival de Música de Ourinhos, Painel de Bandas da Funarte, Oficina de Música de Curitiba (PR), Festival de Música de Sarzedo (MG), Festival Internacional Música das Américas (PA), Seminário Música e Transformação (SP), Encontro de Metais do Sul Fluminense (RJ), Encontro Internacional de Metais de Tatuí e Projeto Brasil Presente (Costa Rica). Foi principal tubista da Orquestra Sinfônica do Conservatório de Tatuí sob a regência de João Maurício Galindo, e da Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí sob a regência de Dario Sotelo, com a qual gravou oito CDs e um DVD, tendo atuado neste último como solista. Também foi tubista da Orquestra Sinfônica de Santo André, sob a regência de Carlos Moreno, com a qual teve a oportunidade de gravar dois CDs. Atuou como músico convidado das gravações  das Sinfonias Nº 3 e 4 de Villa-Lobos com a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP) sob a regência de Isaac Karabtchevsky. Como solista, atuou frente à Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí, Banda Sinfônica do Estado de São Paulo, Banda Sinfônica de São José (Costa Rica), Grupo de Metais do Conservatório de Tatuí, Banda Sinfônica Henrique Marques de Limeira, Banda Sinfônica de Barra Mansa, Banda Sinfônica de Sorocaba FUNDEC e da Banda Sinfônica da Oficina de Música de Curitiba. Luciano Vaz é artista da marca suíça de instrumentos Willson.

Marcelo Benedito Costa Franco

Marcelo Benedito Costa Franco

Trompete

Formado pela Escola de Música de Piracicaba, recebeu as primeiras orientações dos professores Anor Luciano e Oscarindo Roque. Logo depois, em São Paulo, na Escola Municipal de Música, passou a ser orientado pelo laureado professor Edgar Batista dos Santos “Capitão”; inclusive durante o curso superior nas faculdades Santa Marcelina e Mozarteum de São Paulo. Participou também de festivais como o de Campos do Jordão e de masterclasses com professores como Gilberto Siqueira, Nailson Simões, Fred Mills, Winton Marsalis, Phil Smith (N.Y.Philarmonic) e Charles Schlueter (Boston Simphony). Já durante o período acadêmico, também iniciou sua carreira profissional como orquestrante e camerista, sendo um dos fundadores do Quinteto Metal Nobre, grupo que integra há mais de 18 anos. Também como solista, apresentou-se em inúmeros concertos com orquestras como as da Escola de Música de Piracicaba, Orquestra de Câmara de Indaiatuba, Engenho Barroco, Sinfônica de Americana, Sorocaba, Orquestra de Câmara Orpheus (Bulgária) e Solistas do Teatro Colòn (Argentina), tendo ainda passado pela Orquestra Sinfônica do Conservatório de Tatuí (Orquestra Sinfônica Paulista), na qual foi primeiro trompete entre 1999 e 2009. Como docente, lecionou na Escola de Música de Piracicaba, Conservatório Novo Tempo, Conservatório Brooklin Paulista, entre outros. Atualmente é trompetista da Orquestra Bachiana Filarmônica, Quinteto Metal Nobre, além de atuar como professor no Colégio Britânico Saint Paul e, desde 2008, no Conservatório de Tatuí.

Marcelo de Jesus da Silva - “Bambam”

Marcelo de Jesus da Silva - “Bambam”

Trombone

Mais conhecido no meio musical como Marcelo “Bambam”, formou-se no curso de trombone e no curso de aperfeiçoamento no Conservatório Dramático e Musical “Dr. Carlos de Campos” em Tatuí, com o professor Gilberto Gagliardi. Participou de concursos, sendo premiado e recebendo homenagens em vários deles, com destaque para as de 1998 e 1999 pela Ordem dos Músicos do Brasil por sua dedicação e desempenho profissional. Atua como solista em recitais, com bandas sinfônicas e orquestras sinfônicas desde 1996, tendo trabalhado sob a regência de renomados maestros brasileiros e internacionais, se apresentando em importantes salas de concertos no Brasil e em outros países, como Peru, Espanha e Estados Unidos. Dentre as apresentações, destaca-se a realizada em 2009 no Avery Fisher Hall no Lincoln Center, em New York, com o pianista David Brubeck, sob regência de João Carlos Martins. Participou da gravação de 14 CDs e 2 DVDs com grupos sinfônicos. Professor do curso de trombone do Conservatório de Tatuí desde 1996, ministrou aulas em importantes eventos como o Festival de Inverno de Campos do Jordão - Núcleo Tatuí, II Encontro regional da ATBS do Brasil (realizado na Unicamp-SP); 1° e 3° Festival Internacional de Trombón (Lima/Peru); 3°, 4° e 10° Festival de Música de Ourinhos-SP; 3° Curso de Férias de Tatuí-SP; 1° Seminário de Orquestras e Coros Sinfônicos de Campos do Goytacazes (RJ); Encontro de Trombones na Universidade Nacional de San Augustin em Arequipa (Peru); Painéis Funarte de Bandas de Música realizado pelo Ministério da Cultura do Brasil; Projeto Pró Bandas (realizado até 2007 pelo Governo de São Paulo); e Programa Coreto Paulista, realizado pela Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo. Nos cursos de música destacam-se as participações no Festival Internacional de Inverno de Domingos Martins (ES); Festival Internacional de Verão de Brasília; Mid West Clinic (EUA), Internacional Trombone Festival – ITA (Texas/EUA); Encuentro Internacional de Trombón (Bilbao/Espanha); 1° Encontro Sulamericano de Bandas Sinfônicas e Encontro Brasileiro e Sulamericano de Trombonistas. Idealizou e coordenou quatro edições do Encontro Internacional de Metais realizado no Conservatório de Tatuí (2006, 2007, 2010 e 2012). Atualmente integra o corpo docente do Conservatório de Tatuí, é 1° trombone e chefe de naipe da Orquestra Sinfônica do Conservatório de Tatuí, 1° trombone e solista da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo e realiza masterclasses, palestras, concertos e recitais em importantes salas de concertos do Brasil. Marcelo “Bambam” é trombone clinician da Yamaha Musical do Brasil.

Rafael de Almeida Proença

Rafael de Almeida Proença

Trompa

Iniciou seus conhecimentos musicais aos cinco anos com o avô Francisco Pastori e o pai Valdomiro S. Proença. Aos nove anos iniciou seus estudos de trompa no Conservatório Dramático e Musical “Dr. Carlos de Campos” de Tatuí com o professor Joel Bernardes Pereira. Em 1999 formou-se no curso de trompa na classe do professor Luiz Garcia Junior. É o primeiro trompa e chefe de naipe da Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí. Também leciona na mesma instituição e no Pólo Avançado de São José do Rio Pardo. Desde 1999 é professor do curso de trompa da Fundec (Sorocaba) e também primeiro trompa e coordenador de metais da Orquestra Sinfônica de Sorocaba. Tocou com renomados músicos, tais como Wagner Tiso, Toquinho, Elba Ramalho, Altamiro Carrilho, Dominguinhos, Agnaldo Rayol, Fred Mills, Roger Rocco, Dale Underwood, entre outros. Gravou junto à orquestra do Conservatório de Tatuí um total de 14 CDs. Aperfeiçoou seus estudos em trompa com Daniel Havens, Mário Rocha, Oséias Arantes, Edgar Baptista, Graziela Bortz e Luiz Garcia Junior. Em 2005, concluiu o curso de Musicalização Infantil para Educadores pelo Conservatório de Tatuí e, no mesmo ano, concluiu o curso de psicomotricidade com a psicopedagoga Sandra Catell.

Reinaldo José Camargo

Reinaldo José Camargo

Trombone

Bacharel em trombone pela Faculdade Mozarteum (SP), estudou também no Conservatório Dramático e Musical “Dr. Carlos de Campos” de Tatuí, Escola Municipal de Música de São Paulo, ULM (Universidade Livre de Música) e USP (Universidade de São Paulo). Teve como professores Dráuzio Chagas, Irineu Domingos Gregório, Gilberto Gagliardi e Wagner Polistchuck. Integrou a Orquestra Sinfônica de Rio Claro, Orquestra Sinfônica da LBV e Orquestra Sinfônica de Sorocaba. Participou de diversos festivais e masterclasses, tais como Encontro de Orquestras Jovens do Estado de São Paulo em Tatuí, Festival de Inverno de Campos do Jordão, Oficina de Música de Curitiba, Encontro Brasileiro de Trombonistas e Conferência Sul-Americana de Compositores, Arranjadores e Regentes de Banda Sinfônica, ministrados pelos professores Gilberto Gagliardi, Radegundes Feitosa Nunes, Fernando Chipolette Fernandes, Per Brevig, Ronald Barron, David Taylor, Steve Wolfinbarger, Conrad Herwig, Charles Villarrubia, Raul de Souza e Joseph Alessi. Como professor, lecionou na Ars’Nova Academia de Música e Artes de Cotia, Escola Municipal de Música de Cotia, Casa das Artes de Itapevi, Escola Municipal de Música de Vargem Grande Paulista e Pró Bandas – Programa de Apoio às Bandas. Atualmente, é professor no Conservatório de Tatuí e no Pólo Avançado do Conservatório de Tatuí em São José do Rio Pardo, além de integrar a Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí e desenvolver trabalho de música de câmara com o Quinteto Metal Nobre.

Agência Digimeta