Secretaria da Cultura
5º Seminário de Regência
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Conservatório Dramático e Musical de Tatuí

Sopros Madeiras

A área de Sopros – Madeiras engloba os instrumentos flauta transversal, oboé, clarinete, saxofone e fagote e conta com um qualificado corpo docente.
Conhecida por formar excelentes músicos a área de Sopros – Madeiras, presente na instituição desde a inauguração, objetiva a capacitar seus alunos principalmente nos quesitos técnica, musicalidade e conhecimento musical interpretativo, subsídios necessários a formação de um músico qualificado tanto para atender às propostas do meio musical profissional como acadêmico.
Os cursos têm duração de 14 semestres, havendo outros quatro semestres de aperfeiçoamento (optativos) – com exceção do curso de saxofone, cujo aperfeiçoamento tem duração de dois semestres.
A técnica, essencial para o aprendizado de um instrumento, funciona como a base estrutural dos cursos. Tanto os alunos iniciantes, como os que já possuem um determinado conhecimento, têm a oportunidade de desenvolver no decorrer de seu curso um consistente trabalho técnico. O conhecimento técnico de um instrumento de sopro resume-se ao desenvolvimento da embocadura, que está diretamente ligada à sonoridade e afinação; da digitação, competente à estrutura de movimentação e combinação dos dedos (confecção das notas musicais); postura corporal; e da articulação, responsável pela reprodução de grande parte das notações musicais.
A musicalidade é um termo bastante complexo, pois é parte individual de cada aluno; porém, um dos objetivos da área é trabalhar esta individualidade, norteando e explorando ao máximo a desenvoltura musical, por meio das várias possibilidades de expressões musicais.
O conhecimento musical interpretativo completa o quadro de estruturas necessárias à formação de um competente músico. Por meio do conhecimento histórico, subsídio necessário para o desenvolvimento das práticas interpretativas, o aluno tem a possibilidade de conhecer e desenvolver com excelência o vasto repertório que compõe o programa dos cursos de sopros – madeiras.

 

Saiba mais
Madeiras é a designação dos instrumentos musicais de sopro, cuja emissão do som é feita por meio de uma coluna de ar posta em vibração de encontro a uma palheta ou da passagem do fluxo de ar por uma borda ou aresta. Estes instrumentos dividem-se em três grupos:
– Palhetas Duplas: duas lâminas ou lingueta constituídas de cana ou madeira, que vibram uma contra a outra. Os principais instrumentos são o Fagote e o Oboé.
– Palhetas Simples: única palheta, que vibra contra o bocal ou boquilha, neste grupo encontram-se o Clarinete e o Saxofone.
– Flautas: instrumentos onde o executante dirige o fluxo de ar de encontro a uma borda ou aresta. Da família das flautas destacam-se a Flauta Transversal e o Flautim.
Caracterizadas pela agilidade e versatilidade sonora, além da tradicional Orquestra Sinfônica, as madeiras se destacam em várias outras formações e gêneros musicais, como exemplo as Bandas Sinfônicas, inúmeras formações camerísticas, grupos de choro, entre outros.

 

Grade Curricular

Teoria e percepção infantil: até 10 semestres (idade mínima 7 anos, de acordo com o instrumento pretendido). Terminada a disciplina, o aluno será submetido a um teste para verificação do nível em que deverá ser inserido em Teoria e Percepção.

 

Teoria e percepção: 6 semestres (esta disciplina é pré-requisito para frequentar Harmonia, Contraponto, História da Música e Análise)

Harmonia: 04 semestres (esta disciplina é pré-requisito para frequentar Contraponto e Análise)

Contraponto: 04 semestres

História da Música: 06 semestres

Análise: 02 semestres

 

Grade geral das disciplinas complementares (adulto)

 

Teoria e Percepção I Canto Coral I
Teoria e Percepção II Canto Coral II
Teoria e Percepção III Canto Coral III
Teoria e Percepção IV Canto Coral IV
Teoria e Percepção V Canto Coral V
Teoria e Percepção VI Canto Coral VI
Harmonia I História da Música I
Harmonia II História da Música II
Harmonia III História da Música III
Harmonia IV História da Música IV
Contraponto I História da Música V
Contraponto II História da Música VI
Contraponto III Análise I
Contraponto IV Análise II

 

 

Também são complementares aos cursos de instrumento/canto as seguintes disciplinas:

Música de câmara.    Duração da disciplina: 8 semestres

(exceção: são 6 semestres para o curso de canto lírico).

Carga horária mínima: 1 hora/aula por semana

 

Prática de conjunto.    Duração da disciplina: 6 semestres

(exceção feita aos cursos de Violino, Viola, Violoncelo e Contrabaixo nos quais são previstos 14 semestres de prática de conjunto)

Carga horária mínima: 2 horas/aula por semana

Importante: a carga horária da Prática de Conjunto do 1° ao 4° semestres será sempre de 2 horas/aulas por semana. Do 5° semestre em diante, a carga horária será de 4 horas/aulas por semana.

 

Todo aluno de Violino, Viola, Violoncelo e Contrabaixo, matriculado à partir do 11º semestre em seu instrumento é obrigado a se inscrever para a Orquestra Sinfônica Jovem. Em caso de não haver vagas neste grupo, o aluno deverá se matricular na Orquestra de Cordas Juvenil.

 

De acordo com o número de vagas disponíveis, a partir do 1° semestre no instrumento/canto o aluno matricular-se-á também em Música de Câmara e/ou Prática de Conjunto. Ao final de seu curso, ele obrigatoriamente deverá ter cursado 6 semestres de Prática de Conjunto (incluído os coros – atenção: não é a aula de canto coral) e 8 semestres de Música de Câmara, com excessão a flauta-doce onde a Prática de Conjunto ou Música de Câmara devem contar com o total de 8 semestres.

 

Todo aluno matriculado a partir do 7º (sétimo) semestre no seu instrumento – com exceção de Canto, Choro, Cravo, Flauta Doce, Luteria, MPB/Jazz, Regência e Violão – é obrigado a se inscrever no processo de seleção para a Banda Sinfônica Jovem e/ou para a Orquestra Sinfônica Jovem. Uma vez preenchidas as vagas oferecidas por esses grupos, o aluno não classificado deverá participar de qualquer outro grupo pedagógico no qual o seu intrumento esteja inserido.

 

O aluno matriculado em violino barroco, viola barroca, viola da gamba ou violoncelo barroco é obrigado a participar do Ensemble de Performance Histórica, nos últimos 6 semestres.

O aluno matriculado em cordas dedilhadas históricas é obrigado a participar do Ensemble de Performance Histórica a partir do 5º semestre até a conclusão do curso.

Otávio Blóes

Otávio Blóes

Coordenação e Flauta Transversal

Coordenador da Área de Sopros - Madeiras do Conservatório de Tatuí, onde também é professor de flauta transversal desde 1997. Pós-graduado em Educação Musical pela Faculdade Paulista de Artes e diplomado em flauta transversal pelo Conservatório de Tatuí, atua intensamente nas áreas artística e pedagógica. Estudou com os mestres Edson Beltrami, Madalena Cubas, Jean Noel Saghaard e João Dias Carrasqueira. Dentre os prêmios obtidos em concursos destacam-se duas indicações ao “Prêmio Weril” para solistas; “III Concurso de Flautistas” da Faculdade de Música da Universidade São Judas Tadeu e finalista do ”X Prêmio Eldorado de Música”. Integrou a Orquestra Sinfônica do Conservatório de Tatuí por 5 anos e a Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí por 20 anos, sendo por 10 anos 1º Flautista Solista. De 2013 a 2016 integrou a Banda Sinfônica do Estado de São Paulo. Tocou em diversos grupos sinfônicos e camerísticos sob a regência de nomes como Arnold Gabriel (EUA), Frank Battist (EUA), Matthew George (EUA), Gregory Fritze (EUA), Jan Van Der Roost (Bélgica), Lazlo Marozi (Hungria), Rafael Sanz-Espert (ESP), Eleazar de Carvalho (Brasil), Dario Sotelo (Brasil), Marcos Sadao (Brasil), entre outros. Em 2005 atuou como músico convidado da Osesp (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo). Como solista, destacam-se as execuções dos concertos de Jacques Ibert, Khachaturian e Frigyes Hidas, sob regência dos maestros Daniel Havens (EUA/BRA), Felix Hauswirth (Suíça) e João Maurício Galindo (BRA). Participou da gravação de dez CDs e um DVD. Participou de recitais em diversos eventos, dentre os quais se destacam o I, II, e III Encontro Internacional de Flautistas (Tatuí), tendo atuado, em 2004, como solista frente à Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí ao lado dos flautistas Vieri Botazzini (Itália) e Ângela Jones (EUA). Na área pedagógica, ministrou aulas no 29º Festival de Inverno de Campos do Jordão (núcleo Tatuí), II Curso de Férias de Tatuí, III Semana da Música da Universidade Federal de Uberlândia, I Encontro de Flautistas de Santa Cruz do Rio Pardo, Pró Bandas - Oficinas Técnicas para Maestros e Músicos de Banda (seis edições), Coreto Paulista – Oficinas Itinerantes para Maestros e Músicos de Banda e Projeto Brasil Presente realizado na Costa Rica. Desde 2010 coordena o Encontro Internacional de Madeiras de Orquestra do Conservatório de Tatuí. Em 2015 atuou como solista na Sala São Paulo frente a Banda Sinfônica do Estado de São Paulo sob regência do maestro norte - americano Shaw Smith. Desenvolve um amplo e intenso trabalho camerístico com a pianista Cristiane Bloes, formando o “Duo Bloes”.

Anselmo Pereira da Silva

Anselmo Pereira da Silva

Flauta

Formado pelo Conservatório Dramático e Musical "Dr. Carlos de Campos" de Tatuí, em Flauta Transversal, na classe do professor Edson Beltrami. Integrante da Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí como primeira flauta, e do promissor Quinteto de Sopros Acadêmico Brasileiro. É também professor titular do curso de Flauta Transversal do Conservatório de Tatuí, tendo ainda participado do projeto Pró Bandas desde 2000 e do atual Coreto Paulista - Oficinas Técnicas Itinerantes, projetos que capacitam músicos para o mercado de trabalho de todo o interior do Estado de São Paulo. Como solista, participou de vários concertos frente à Orquestra SinfÔnica Jovem e Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí, e junto ao Quinteto Acadêmico Brasileiro no II Encontro Internacional de Madeiras de Orquestras realizado em Tatuí. Participou de vários Festivais, tais como Festival Eleazar de Carvalho em Fortaleza (CE), Festival de Música nas Montanhas em Poços de Caldas (MG), Festival de Campos do Jordão (1998 e 1999 - núcleo Tatuí) e Encontro Internacional de Flautistas de Tatuí (como concertista nas edições de 2004 e 2005). Como camerista desenvolve um amplo trabalho com várias formações como duos, trios e quartetos. Já frequentou classes de grandes nomes nacionais e internacionais, como Emmanel Pahud, Felix Renggli, Angella Jones, Michel Hazel, Jean Noel Saghaard, Toninho Carrasqueira entre outros. Vencedor juntamente com o Quinteto Acadêmico Brasileiro do Programa de Ação Cultural do Estado de São Paulo - PAC (2006), Concurso Caixa Cultural (2007) e Concurso Jovens Cameristas Petrobrás (2008).

Giancarlo Medeiros

Giancarlo Medeiros

Saxofone

Licenciado em Pedagogia e pós-graduado em Educação Musical, diplomou-se em saxofone clássico pelo Conservatório Dramático e Musical “Dr. Carlos de Campos” de Tatuí em 2001. No ano de 2003 concluiu o curso de aperfeiçoamento no instrumento na mesma instituição. Participou de masterclasses e aulas com renomados mestres do saxofone, como Dale Underwood (EUA), Dílson Florêncio, Eugene Rousseau (EUA), James Houlik (EUA), Claude Delangle (França), Rodrigo Capistrano entre outros. Já atuou sob a regência de importantes maestros, tais como João Carlos Martins, Dario Sotelo, Laszlo Marosi (Hungria), Jan Van der Roost (Bélgica), Richard Miles (EUA), Rafael Sanz-Espert (Espanha), Gleen Price (Canadá), Frank Battisti (EUA), Felix Hauswirt (Suíça), Marcos Sadao Shirakawa, Marcelo Jardim, entre outros. Integrando a Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí gravou sete CDs, um DVD atuando como solista e acompanhou renomados artistas da MPB, como Leila Pinheiro e Moraes Moreira. Também atuou como solista em importantes salas como Teatro Municipal de São Paulo e Auditório Simon Bolívar (Memorial da América Latina). Foi solista convidado da Banda Sinfônica da Academia da Força Aérea (AFA) no I Encontro Latino-Americano de Compositores, Arranjadores e Regentes de Banda Sinfônica realizado em 2007. Foi saxofonista convidado a participar da programação do I Festival de Saxofone Clássico em São Paulo (2012). Em 2013 foi jurado do “XII Concurso Nacional para Estudiantes de Saxofón Clasico Marcel Mule”, realizado na Cidade do México. Integrando o Quarteto SaxBrasil, venceu o XXVIII Concurso Latino Americano Rosa Mística (categoria Música de Câmara), realizado em 2009 na cidade de Curitiba (PR). Também com o mesmo grupo participou como convidado na Mostra de Grupos de Saxofones no IV Encontro Internacional de Saxofonistas do Conservatório de Tatuí (2010), do 1. Encuentro Internacional de Cuarteto de Saxofones em Montevidéo – Uruguai (2012), do 1er. Encuentro Internacional de Saxofonistas em La Pampa, Argentina (2012), do V Encontro Internacional de Saxofonistas do Conservatório de Tatuí (2012) e do “XII Encuentro Universitario Internacional de Saxofón” no México (2013). Em 2009 recebeu da Ordem dos Músicos do Brasil (CRESP) o Troféu Clave “pelo seu profícuo desempenho profissional e valiosa dedicação à música, como Arte e Cultura, na mais cristalina forma". Nos últimos anos vem realizando um trabalho de pesquisa sobre o repertório para saxofone barítono, englobando tanto o repertório camerístico como o repertório solista. Atualmente é professor de saxofone da Escola Municipal de Música “Enoque da Silva” de Alumínio (SP), professor de saxofone do Conservatório de Tatuí, integrante da Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí e integrante do Quarteto de Saxofones SaxBrasil. Contato: giancarlomedeiros@live.com

Jairo Ladeira Silva

Jairo Ladeira Silva

Clarinete

Iniciou seus estudos de música no Conservatório Dramático e Musical “Dr. Carlos de Campos” de Tatuí em 1989, formando-se em clarinete sob as orientações dos professores José Teixeira Barbosa (Juca) e Ely Jacob Hessel. Durante seus estudos em Tatuí participou como bolsista de vários festivais em Campos do Jordão e São Paulo. Participou de várias oficinas de música em Curitiba, com prática de orquestra. Teve orientações de professores de renome como Botelho (clarinete) e Bianchi (música de câmara). Participou de todos os grupos do Conservatório de Tatuí, sendo monitor do projeto sinfônico do mesmo estabelecimento. Foi professor de clarinete e maestro de banda no Conservatório de Piedade. É bacharel em clarinete pela faculdade Mozarteum – São Paulo e integrante da Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí (Orquestra de Sopros Brasileira) desde sua fundação. Estuda canto lírico há três anos com vistas a ajudar o aluno a entender a parte anatômica, prática da respiração e a forma interpretativa do canto que se assemelha com o sopro. É professor de clarinete do Conservatório de Tatuí desde 1999.

Juliano de Arruda Campos

Juliano de Arruda Campos

Flauta

Formado pelo Conservatório de Tatuí e pela ECA-USP, é constantemente convidado a participar de encontros, masterclasses, workshops e festivais de música no Brasil e exterior, atuando como professor, flautista e maestro. Esteve à frente de vários grupos, destacando a Orquestra Sinfônica de Poços de Caldas (MG), Orquestra Sinfônica Paulista, Orquestra de Flautas Brasileira “João Dias Carrasqueira”, e dos corais Cantanglo, Libercanto, Uirapuru, Lasar Segall (chefe de naipe), regendo concertos em atividades oficiais, dentre elas destacam-se: gravação para a TV Cultura em abril de 2006 no Teatro Procópio Ferreira; Concerto de Abertura da “29ª Semana Guiomar Novaes” no Teatro Municipal de São João da Boa Vista em setembro de 2006; concerto ao ar livre no Parque Villa-Lobos em São Paulo com público de aproximadamente 20 mil pessoas em agosto de 2006; concerto no auditório do Parque Ibirapuera em dezembro de 2006; concerto no Teatro Polytheama em Jundiaí em dezembro de 2006; concerto de encerramento do I Encontro Internacional de Madeiras de Orquestra do Conservatório de Tatuí em junho de 2007, concerto de encerramento do II Encontro Internacional de Cordas do Conservatório de Tatuí em novembro de 2007. Com uma formação abrangente, vem idealizando e realizando importantes projetos artísticos no Brasil e exterior, construindo sua trajetória musical de forma completa como maestro, flautista, pesquisador e professor, tendo atuado nos últimos anos em festivais na Itália, Suíça, Argentina, Paraguai, Peru, Costa Rica, locais nos quais, por muitas vezes, pode divulgar e estrear o repertório brasileiro. Dentro de seus estudos acadêmicos atuais, é aluno no curso de pós-graduação da ECA-USP nas disciplinas: “Concepções Harmônicas do Século XX” (Prof. Dr. Marcos Branda Lacerda) e “Estudos Epistemológicos da Criação Musical” (Prof. Dr. Pedro Paulo Salles). Desenvolve um estudo de aperfeiçoamento particular desde 2002 com o flautista italiano Raffaele Trevisani (Brasil e Itália) e com Sir James Galway tocando em masterclasses na cidade de Weggis na Suíça. Fez o curso de Regência do Conservatório de Tatuí na classe do maestro Rodrigo Carvalho e foi recentemente convidado pela coordenação do Conservatório de Tatuí a atuar como professor-regente da Orquestra Sinfônica Jovem seguindo uma renovação de objetivos dentro das novas diretrizes pedagógicas.

Luciano Pereira

Luciano Pereira

Clarinete

Iniciou seus estudos musicais em Capivari/SP, sua cidade natal. É formado pelo Conservatório de Tatuí e diplomado pelo Instituto de Artes da UNESP. Dentre seus mestres estão Ely Jacob Hessel, Joel Barbosa, Sérgio Burgani, Luis Antonio Montanha e Walter Boeykens (Bélgica). Como camerista, obteve Menção Honrosa no II Concurso Internacional Honorina Barra (Curitiba/PR) na categoria música de câmara. Fez especialização, entre 2003 e 2006, na ECA-USP, em clarinetes históricos, desenvolvendo intenso trabalho de pesquisa e performance em instrumentos de época, sob a orientação da Prof.ª Mônica Lucas. Desde 2004 integra o Sexteto Harmoniemusik, único grupo no Brasil especializado na harmoniemusik, denominação pela qual era conhecida a música para sopros do século XVIII. Participa frequentemente de concertos e gravações de CDs com diversos grupos especializados na performance histórica, além do Sexteto Harmoniemusik, também a Orquestra do Festival de Juiz de Fora/MG, o grupo Americantiga, a Orquestra da Companhia de Ópera Juventus Lyrica (Buenos Aires/Argentina). A convite de FUNARTE/MinC atuou como professor de clarinete nos Painéis Funarte de Bandas de Música, nas cidades de Porto Velho/RO e Goiânia/GO e Bananeiras/PB. É Mestre em Música pelo Instituto de Artes da UNICAMP, sob a orientação da Prof.ª Helena Jank. Sua dissertação versa sobre a interpretação historicamente orientada da música do século XVIII, no clarinete histórico, bem como o emprego da linguagem antiga em clarinetes modernos. Por conta deste trabalho, é frequentemente convidado a dar palestras e masterclasses em diversas instituições de música no Brasil, tais como Conservatório de Tatuí, USP, UNESP, UFSM, Universidade de Passo Fundo (RS), entre outras. Como freelancer atua em orquestras como a Sinfônica de Rio Claro, Sinfônica de Ourinhos e Camerata Paulistana. Leciona História da Música, Teoria/Percepção Musical e Clarinete no Conservatório de Tatuí e, atualmente recebe orientações do Prof. Edmílson Nery.

Marcel Ricardo Villa

Marcel Ricardo Villa

Saxofone

Marcel Ricardo Villa Iniciou seus estudos musicais em Leme (SP), sua cidade natal, na Banda Musical “Maestro Angelo Cosentino” com o maestro e professor Hary Bacciotti no ano de 1985. Na mesma banda atuou como músico clarinetista no período de 1991 a 1997. Ainda em Leme, buscando aperfeiçoamento e informações sobre o estudo do saxofone, foi aluno do mestre Geraldo Azevedo (pai do grande saxofonista “Proveta”, o qual também foi um de seus mestres). Participou do Festival de Inverno de Campos do Jordão - Núcleo Tatuí nos anos de 1993 (como clarinetista na classe de Ely Jacob Hessel e Maurício Loureiro) e 1998 (na classe do professor Dale Underwood - USA). Formado em saxofone clássico pelo Conservatório Dramático e Musical Dr. Carlos de Campos de Tatuí, Licenciado em Música pela Unasp-EC (Universidade Adventista de São Paulo núcleo Engenheiro Coelho) e pós-graduado em formação de professores para o Ensino Superior pela Universidade Paulista (Unip). Participou como músico da atual Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí, na qual atuou como clarinetista em inúmeros concertos e gravações. Atuou ainda em diversas gravações e shows com vários artistas. Foi regente da Banda Marcial Joana Troise Fernandes (Conchal-SP) e Banda Musical Professor Lauro Aparecido Borelli (Porto Ferreira-SP). Participou de inúmeros workshops com grandes nomes da música instrumental. Foi jurado do programa Viola de Todos os Cantos, da Rede Globo de Televisão; integrante e fundador do Sexteto Sopra Sax, com o qual fez homenagem à apresentadora Eliana (SBT). Também frequentou seminários de regência com maestros de diversos países. Estudou regência com Dario Sotelo (BRA) e Dr. Jetro Meira de Oliveira (BRA/USA), entre outros. Atualmente é regente da Banda Musical Zequinha de Abreu e do Coral “Professor Octávio Bueno de Camargo”, ambos de Santa Rita do Passa Quatro (SP). Também é solista e chefe de naipe dos saxofones da Banda Musical Pirassununguense (de Pirassununga-SP), professor de música de câmara e saxofone clássico do Conservatório de Tatuí (SP) e ministra workshops e masterclasses por diversas cidades sobre regência e saxofone.

Márcia Regina Licatti

Márcia Regina Licatti

Flauta Transversal

Iniciou seus estudos no Conservatório Dramático e Musical “Dr. Carlos de Campos” de Tatuí, com José Ananias S. Lopes, e concluiu bacharelado em flauta transversal pela USP (Universidade de São Paulo), sob orientação de Antônio Carlos Carrasqueira. Em 1995 concluiu o curso de MPB/Jazz do Conservatório de Tatuí. Participou do Grupo de Choro do Conservatório de Tatuí (“Quebrando Galho”) de 1994 a 2002, com o qual gravou o primeiro CD do grupo. Integrou por quatro anos a Orquestra Sinfônica do Conservatório de Tatuí (Orquestra Sinfônica Paulista). Como flautista e piccolista integrou a Orquestra Sinfônica Municipal de Sorocaba, bem como a Orquestra Sinfônica Municipal de Botucatu. Participou de vários projetos musicais, entre eles o Pró Bandas, gravação do CD “Toquinho e Orquestra” em estúdio, turnê e gravação de CD dentro do projeto “Tom Brasil” com solistas como Altamiro Carrilho, Wagner Tiso, Zimbo Trio, Nivaldo Ornelas, entre outros. Cursou Musicalização para Educadores, visando maior conhecimento na área de ensino infantil. É professora de flauta transversal do Conservatório desde 1997 e integrante da Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí (Orquestra de Sopros Brasileira) desde a sua criação, com a qual participou da gravação de vários CDs e um DVD.

Marcos Pedroso

Marcos Pedroso

Saxofone

Spalla da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo, é professor de saxofone e coordenador da Oficina de Performance e Repertório para Saxofones do Conservatório de Tatuí e líder do Saxofonia – quarteto de saxofones, com o qual lançou o CD “Saxofonia”. Pós-graduado em Metodologia do Ensino da Música, há mais de duas décadas desenvolve contínuo e intenso trabalho em pesquisa, ensino e divulgação do repertório original para saxofones, com ênfase na música brasileira. Atuou como professor de saxofone do 29º e 30º Festival de Inverno de Campos de Jordão, 2º e 7º Cursos de Férias do Conservatório de Tatuí, entre outros. Como solista em gravações, participou da coleção “Solos” e do CD “Suíte Tropical” da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo. Em concertos, atuou como solista frente aos principais grupos sinfônicos do Estado de São Paulo. Desde 1999 colabora como saxofonista convidado da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP), tendo realizado com este grupo três turnês brasileiras e cinco turnês internacionais, tocando em salas como Royal Albert Hall (Londres), Phillarmonie (Colônia), Musicferrein (Viena) e Avery Fischer Hall (USA) e Colón (ARG). Com a OSESP gravou para o selo BIS, três CDs com a integral dos “Choros” de Villa-Lobos, o CD “Floresta do Amazonas”, o DVD “São Paulo Samba” e do CD do trompetista norueguês Ole Edvard Antonsen, colhendo em suas atuações junto à OSESP críticas elogiosas no New York Times e do presidente da gravadora BIS, Robert Von Bahr. Em março de 2013 dividiu com Claude Delangle e Sofia Zumbado o recital de abertura do I Congresso Latino Americano de Saxofonistas realizado na Costa Rica e em outubro realizou sua 5ª turnê internacional com a Osesp. Junto a Erik Heimann organiza o Encontro Internacional de Saxofonistas do Conservatório de Tatuí.

Max Eduardo Ferreira

Max Eduardo Ferreira

Clarinete

Formou-se no curso regular e no aperfeiçoamento em clarineta no Conservatório Dramático e Musical “Dr. Carlos de Campos” de Tatuí (1996 e 1998), com o professor José Teixeira Barbosa. Estudou com Silvana Azevedo, irmã e discípula de Naylor Azevedo (Proveta), Edgar Poças, Neide Rodrigues Gomes, Jaime Glessa Gonçalves, Maria Zei Bliaggioni, Márcia Visconti, além dos maestros José Roberto Branco, Carlos Fiorini e Eduardo Ostergren. Concluiu o curso de graduação em clarineta na Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) com os professores Nivaldo Orsi e Roberto Pires em 2003.
Classificou-se em primeiro lugar no processo seletivo de admissão para a Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí (Orquestra de Sopros Brasileira) com a qual gravou seis CDs e um DVD.
Participou da gravação do CD “Brasil Musical” com a Orquestra Sinfônica do Conservatório de Tatuí (Sinfônica Paulista) e do CD comemorativo dos 90 anos da Weril.
Como professor de clarineta atuou no projeto “Pró-Bandas”, no “Festival de Inverno de Campos do Jordão” realizados no núcleo Tatuí, em três edições do Curso de Férias de Tatuí e nos painéis Funarte de Bandas de Música.
Atuou como solista frente à Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí (Orquestra de Sopros Brasileira) sob regência do maestro húngaro Laszlo Marosi, além de diversos outros grupos executando peças de arranjo e composição próprios.
Foi um dos organizadores do I Encontro Internacional de Madeiras de Orquestra do Conservatório de Tatuí em 2007 e no mesmo ano escreveu e editou o “Guia Técnico do Clarinetista”.
Como professor de clarineta atuou no projeto “Pró-Bandas”, no “Festival de Inverno de Campos do Jordão” realizados no núcleo Tatuí, em três edições do Curso de Férias de Tatuí, nos painéis Funarte de Bandas de Música e no programa Coreto Paulista. Atualmente também é professor de música da Prefeitura de Leme-SP, regente da Corporação Musical de Leme e spalla da Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí (Orquestra de Sopros Brasileira).

Rafael da Silva Pelaes

Rafael da Silva Pelaes

Clarinete

Graduando em pedagogia pela Universidade Luterana do Brasil (Ulbra), estudou no Conservatório Municipal “Cacilda Becker” de Pirassununga, sob orientação dos professores Paulo Molina (AFA); Luiz Gonzaga Carneiro “Gonzaguinha” (Brasília); e dr. Joel Barbosa (Piracicaba/USA). Formou-se em clarinete erudito pelo Conservatório Dramático e Musical “Dr. Carlos de Campos” de Tatuí em 1997, sob a orientação dos professores José Teixeira Barbosa e Max Eduardo Ferreira. Atuou como clarinetista na Banda Municipal de Pirassununga, Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí e foi clarinete solo da Orquestra Sinfônica do Conservatório de Tatuí. Foi regente e professor da Banda Municipal de Porto Ferreira. Como professor, atuou no projeto Pró Bandas, no 1º Encontro Internacional de Orquestras e Coros Sinfônicos de Campos dos Goytacazes (RJ) e no Projeto Guri (Polo Sorocaba). Como clarinetista, participou da gravação dos CDs “Compositores Brasileiros” (Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí), “Compositores Brasileiros” (Pró Bandas) e “Obras Brasileiras” (Orquestra Sinfônica do Conservatório de Tatuí). Apresentou-se sob regência de maestros como Adriano Machado, Edson Beltrami, Dario Sotelo, Laszlo Marosi, Aylton Escobar, Roberto Farias, entre outros. Atualmente é o 1º clarinete concertino e chefe do naipe de clarinetes da Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí, professor de clarinete do Conservatório de Tatuí e clarinete solo da Orquestra Sinfônica de Ourinhos (convidado).

Rafael Migliani

Rafael Migliani

Saxofone

Formado no curso de saxofone clássico do Conservatório Dramático e Musical “Dr. Carlos de Campos” de Tatuí, licenciado na área da educação e pós-graduado em Metodologia do Ensino da Música. Desde 2003 é integrante da Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí (antiga Orquestra de Sopros Brasileira), com a qual participou da gravação de cinco CDs e um DVD. Apresentou-se sob a regência de renomadas autoridades, como Arnald Gabriel (EUA), Dario Sotelo (BRA), Dwight Satterwhite (EUA), Francisco Grau Vegara (Espanha), Laszlo Marosi (Hungria), Lowell Graham (EUA), Rafael Sanz-Espert (Espanha), Jan Van der Roost (Bélgica), entre outros. Tem atuado como solista frente a grupos como Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí, Banda Sinfônica Municipal de Nova Odessa, Banda Sinfônica da Força Aérea Brasileira, Orquestra de Sopros de Lençóis Paulista e Orquestra do Programa Prelúdio (TV Cultura). Com o Quarteto Brasileiro de Saxofones, participou da gravação do CD “Edição de Partituras para Banda”, viabilizado por meio da Funarte. Obteve bons resultados em diversos concursos, tanto nacionais quanto internacionais, dentre os quais: 1º prêmio no Concurso de Novos Talentos do Saxofone organizado pelo Conservatório e Faculdade Souza Lima e pela fábrica de instrumentos musicais Weril; 1º prêmio no 28º Concurso Latino Americano Rosa Mística, quando concorreu integrando o Quarteto de Saxofones SaxBrasil; 2º prêmio no 3º Concurso Panamericano de Saxofón Clásico, realizado no México; e 3º prêmio no concurso do 4º SaxFest Costa Rica Internacional.
Ministrou aulas de saxofone aos participantes do 1º Encontro de Educação Musical por meio da Banda – Festival de Bandas – Coreto Paulista. Também atuou como professor de saxofone em diferentes cidades do Estado de São Paulo por meio das Oficinas Técnicas Itinerantes para Maestros e Músicos de Banda – Coreto Paulista.
Em 2011 foi convidado a participar do X Encuentro Universitário Internacional de Saxofón, realizado no México, atuando como professor, jurado e apresentando um recital composto exclusivamente por obras de compositores brasileiros.Em 2012, integrando o Quarteto de Saxofones SaxBrasil, participou do 1º Encuentro Internacional de Cuartetos de Saxofones de Montevideo – Uruguay; do 1º Festival de Saxofone Clássico em São Paulo; do 5º Encontro Internacional de Saxofonistas no Conservatório de Tatuí; e do 1º Encuentro Internacional de Saxofonistas em La Pampa (Argentina).
Em 2013 participou como solista convidado do 1º Congresso da Aliança Latino-americano de Saxofonistas, realizado na Costa Rica.
Atualmente é professor do curso de saxofone do Conservatório de Tatuí, chefe do naipe de saxofones da Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí e integrante do Quarteto de Saxofones SaxBrasil.

Solange Aparecida Coelho

Solange Aparecida Coelho

Fagote

Iniciou seus estudos musicais aos nove anos de idade no Conservatório de Tatuí, estudando piano por oito anos e, mais tarde, fagote, instrumento pelo qual se formou em 1986 na classe do professor Clóvis Franco. Formou-se em Direito em 1982. Participou de vários Festivais de Inverno de Campos do Jordão tendo aulas com renomados professores de fagote, tais como Paulo Justi, Hary Schweizer, Gary Echos, Sidney Rosenberg, entre outros. Nos Festivais de Inverno de Campos do Jordão, dos quais participou como bolsista de fagote, trabalhou sob a regência dos maestros John Neschling, Gerard Devos, Julio Medaglia, Jamil Maluf, Eleazar de Carvalho e Hans-Martin Schneidt. Freqüentou também o Curso de Música de Câmara na Oficina de Música de Curitiba-PR com o professor Noel Devos. Foi fagotista integrante da Orquestra Sinfônica do Paraná; da Orquestra Filarmônica de Joinville; Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí (Orquestra de Sopros Brasileira), Orquestra Sinfônica do Conservatório de Tatuí (Orquestra Sinfônica Paulista), entre outras, como Orquestra Sinfônica de Sorocaba, Orquestra Municipal de Botucatu e Rio Claro. Participou da gravação do CD “Compositores Brasileiros” como fagotista integrante da Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí em 1995. No ano seguinte, como integrante da Orquestra Sinfônica do Conservatório de Tatuí participou de turnê com Wagner Tiso (piano) e Victor Biglione (violão), percorrendo 13 cidades de todo o país. Também participou de gravação do CD “Obras Brasileiras para Saxofone e Orquestra”, como fagotista integrante da Orquestra Sinfônica do Conservatório de Tatuí. Participou de masterclasses no 2º e 3º Encontro Internacional de Pianistas, além de aulas com o Quinteto Villa-Lobos, Francisco Formiga e Aloysio Fagerlande no 1º Encontro Internacional de Madeiras. Atualmente é professora de Piano Complementar e professora do Curso de Fagote do Conservatório de Tatuí, onde também freqüenta o Curso de Musicalização para Educadores, visando maior conhecimento pedagógico na área infantil.

Valquíria de Campos Porciúncula

Valquíria de Campos Porciúncula

Instrumento: Oboé/Corne Inglês/ Oboé D'amore

Iniciou seus estudos de Música, no Conservatório Dramático e Musical Dr. Carlos de campos de Tatuí, no ano de 1994, sob orientação do Professor José Davino Rosa. Bacharel em Música com habilitação em Oboé, pela UNESP (Universidade do Estado de São Paulo), sob orientação do Professor Arcádio Minczuk. Pós Graduada em Psicopedagogia pela Asseta-Objetivo Tatuí, com TCC “A influência da Música na Educação”. Foi aluna de Peter Apps e Alexandre Ficarelli. Participou como bolsista no Festival de Inverno de Campos do Jordão, por 8 anos consecutivos, tendo como professores Humbert Lucarelli, Isaac Duarte, Washigton Barella, Arcádio Minczuk, Joel Gisiger e Alex Klein. Atuou como professora de Música na AVAPE (Associação para Valorização e Promoção dos Excepcionais) por 5 anos. Atuou como Oboísta da OCAM (Orquestra de Camara da Usp). Atuou como Oboísta da Banda Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo, Orquestra Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo e Banda Sinfônica de Cubatão, nesta última realizou turnê internacional pela Europa. Atua como Professora de Oboé no Conservatório de Tatuí e Fundec Sorocaba. Exerce o cargo de Monitora de Oboé/Corne Inglês nos seguintes grupos atualmente: Orquestra Sinfônica do Conservatório de Tatuí, Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí. Atuou como solista na Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí no ano de 2016. Atua como Oboísta/Corne Inglês na Orquestra Sinfônica de Sorocaba. Atua como Oboísta, chefe de naipe na Orquestra Sinfônica de Ourinhos. Atua como Oboísta e Corne Inglês, na recém-criada, Orquestra Sinfônica de Marília.

Agência Digimeta