
Autores brasileiros do passado, presente e de compositores e arranjadores do mundo afora integram o repertório e inspiram o título de “Raízes, Tradição e Extensões”. Composto por seis faixas, o CD faz parte de projeto de preservação, divulgação e incentivo à produção de música brasileira para big band. Com regência de Rui Carvalho, que assina também uma das faixas do Cd, “Raízes, Tradição e Extensões” é uma miscelânea jazzística que reúne nomes importantes do cenário musical brasileiro e internacional.

As 13 faixas do CD que registra a primeira fase do grupo “Quebrando Galho” (atual Grupo de Choro do Conservatório de Tatuí) representam fielmente uma autêntica roda de choro. Neste CD, o grupo que iniciou sua trajetória fazendo transcrições quase fiéis de discos e fitas dos mais variados chorões até alcançar sua própria identidade, mostra – sem cortes nem edições – um retrato verdadeiro do seu som, livro de truques, assim como nas rodas de choro. Grupo de música instrumental essencialmente brasileira, o “Quebrando Galho” dedica-se, desde sua origem em 1993, a pesquisar e divulgar o gênero choro. No CD que leva o mesmo nome do grupo, “Quebrando Galho” apresenta o que há de melhor no chorinho, com composições de grandes mestres como Pixinguinha, Altamiro Carrilho e Jacob do Bandolim, e sucessos como “Cinema Mudo” e “Aeroporto do Galeão”.

Lançado em 2003 e gravada pela Orquestra de Sopros Brasileira (atual Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí), o segundo CD do “Pró Bandas” celebra os cinco anos do projeto que revitalizou as bandas do interior do Estado de São Paulo e tem, por meio de suas gravações, ultrapassado fronteiras. Peças originadas a partir do projeto mantido pelo Governo do Estado de São Paulo têm chegado ao outro extremo do planeta e vêm sendo executadas, inclusive, por músicos japoneses.
Nesta segunda gravação da Orquestra de Sopros Brasileira, regida por Dario Sotelo, estão registradas 11 obras de brasileiros que têm renovado o repertório nacional para bandas.

O primeiro CD da Orquestra Sinfônica Paulista (atual Orquestra Sinfônica do Conservatório de Tatuí) entra para a história do repertório para saxofone e orquestra. Lançado em 1999, sob a regência de Dario Sotelo, “Obras Brasileiras” tem solos de Dale Underwood, norte-americano que é considerado um dos principais saxofonistas do mundo. O CD registra clássicos do repertório para saxofone e orquestra de Radamés Gnattali e Villa-Lobos, entre outros. “Obras Brasileiras” é uma pérola gravada pelo grupo que tem compromisso de divulgar a música brasileira, tanto erudita quanto popular.

Eclético. Assim é “Arranjadores Brasileiros”, terceiro CD da Orquestra de Sopros Brasileira (a atual Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí). As 15 faixas do CD gravado em 2000 pelo grupo representam mais que uma incursão pelo eclético repertório para bandas. “Arranjadores Brasileiros” é a etapa final do Concurso Nacional de Arranjos para Banda Sinfônica, realizado no mesmo ano pela escola. Ele registra obras dos 15 vencedores, em três níveis de dificuldade técnica, provindos de diferentes pontos do Brasil. A variedade de suas obras e sua representatividade no cenário da música brasileira tornam “Arranjadores Brasileiros” indispensável a qualquer ouvinte de boa música.

Com o mesmo nome do evento que originou sua gravação, o CD traz os dez grandes vencedores da quinta edição de um dos mais bem sucedidos festivais de música brasileira. Gravado em 1996 – no mesmo ano em que o evento foi oficializado pelo Governo de São Paulo e entrou no calendário cultural do Estado -, o CD traz os finalistas da disputa, além de quatro músicas instrumentais. O “5o Festival de MPB de Tatuí” tem participação dos respectivos intérpretes das músicas finalistas acompanhados pela Banda do Festival. O primeiro registro em Tatuí do empenho de compositores, músicos e intérpretes que procuram espaço para seus trabalhos é, também, uma mostra do talento que anda escondido em meio a escaninhos de grandes gravadoras. A oportunidade de conhecer um pouco mais da criatividade mais recente da MPB.

No ano em que completou uma década, o Festival de MPB de Tatuí brinda os amantes da boa música popular brasileira com o registro em CD dos vencedores do concurso que atraiu compositores de 20 estados brasileiros, além do Distrito Federal. Mais que isso, guarda nas suas dez faixas a história do único festival de MPB do país a contar com uma orquestra acompanhando os participantes, prova de que, também não por acaso, o concurso já reuniu em shows nomes consagrados do cenário musical brasileiro. O CD que registra o empenho de compositores, músicos e intérpretes que procuram espaço para seus trabalhos é, também, uma mostra do talento divulgado em palcos tatuianos: vencedor desta edição, o mineiro Renato Motha teve, um ano depois, uma de suas obras gravadas por Maria Rita, cantora considerada um dos maiores fenômenos fonográficos da atualidade.

É a incursão da Orquestra de Câmara Tatuí por obras de compositores brasileiros, o CD traz sete obras de talentos nacionais como Villa-Lobos e Carlos Gomes. Plural tanto quanto a naturalidade dos compositores de suas faixas, o CD da Orquestra de Câmara Tatuí, regida por Adriano Machado, registra obras marcantes de música brasileira para cordas. Criada em 1992, a Orquestra de Câmara Tatuí mostra, em “Imagens”, resultado de estudos de alunos em níveis já adiantados nos seus instrumentos, bem como de professores da escola.

O primeiro CD da Cambanda Jazz Combo (atual Jazz Combo do Conservatório de Tatuí) – com composições próprias e arranjos de Paulo Flores – traz 11 faixas marcadas pelo objetivo que deu origem ao grupo: praticar e divulgar a música instrumental de improvisação (de boa qualidade).
Lançado em 1998, “Rumo Norte”, título retirado da primeira faixa da gravação, tem em suas obras solos de guitarra, flautas, contrabaixo, saxofones e bateria, entre outros instrumentos. Os sons produzidos através deles pelos músicos da Jazz Combo querem atender a uma meta: apresentar boa música instrumental. Indispensável para todos que querem comprovar o trabalho do grupo ou para aqueles que querem, somente, ouvir música (muito) boa.

Segundo lançamento da Orquestra de Câmara Tatuí, “In Concert” faz parte de projeto mantido pelo Fundo Nacional de Cultura voltado à valorização e estímulo da atividade orquestral. Se, por um lado, cumpre seus objetivos de formação, ampliação e desenvolvimento de orquestras brasileiras, por outro, registra o trabalho de importante grupo mantido pelo Conservatório de Tatuí até o final da década de 90. Da gravação da Orquestra de Câmara Tatuí, sob a regência do maestro Adriano Machado, resultou CD com 13 obras de importantes compositores brasileiros, como Zequinha de Abreu e Cláudio Santoro. Destaques para as seis de Bimbo Azevedo, que escreveu mais de 80 obras e esteve entre os precursores que transformaram Tatuí na “Capital da Música”, hoje respeitada internacionalmente.

Na primeira obra dedicada exclusivamente a compositores brasileiros, a Orquestra de Sopros Brasileira (a atual Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí), regida por Antonio Carlos Neves Campos e Dario Sotelo, registra autores, épocas e gêneros musicais diversos. A variedade faz mais que apelo democrático. Em suas 11 obras, “Compositores Brasileiros” mostra a riqueza da música tupiniquim e indica que ela não está confinada a rótulos de qualquer espécie. No CD lançado em 1995 há desde ópera (“O Guarani”, de Carlos Gomes) até música popular (como “As Pastorinhas”, de Noel Rosa e João de Barro. “Coração de Estudante” (de Milton Nascimento e Wagner Tiso) e “Começar de Novo” (de Ivan Lins) refletem momento recente da música brasileira e Suíte Nordestina (de Duda) destaca o trabalho do compositor do norte do país. Completo no mapeamento da geografia brasileira e nos gêneros musicais.

Uma das mais famosas composições de Pixinguinha, feita em parceria com João de Barro, dá nome ao CD que celebra os 11 anos da orquestra Violões & Cia (atual Camerata Jovem de Violões do Conservatório de Tatuí). Composto por repertório 100% brasileiro, “Carinhoso” traz cinco obras de Pixinguinha e seus parceiros, mais ainda: peças de Ernesto Nazareth, Dilermando Reis, Tom Jobim e Jacob do Bandolim. Regida pela violonista carioca Márcia Braga, a Violões & Cia. tem trajetória marcada por musicalidade, versatilidade e responsabilidade. Este CD nasceu das primeiras incursões dos violões capitaneadas por Márcia Braga pela MPB, junto de outros instrumentos como cavaquinho, gaita, pandeiro, violoncelo e voz.

“Compositores Brasileiros” é parte integrante do projeto Pró Bandas, mantido pelo Governo do Estado de São Paulo até o ano de 2007 com intenção é a de revitalizar os grupos que foram e são, até hoje, atração em qualquer comunidade do interior paulista. Neste CD, a Orquestra de Sopros Brasileira (atual Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí), regida por Dario Sotelo, executa obras especialmente arranjadas para bandas. O repertório, rico, vai desde clássicos da música popular, passando por obras inspiradas no folclore e ritmos regionais. Nomes como os de Chico Buarque, Dorival Caymmi e Ari Barroso estão registrados pelo grupo de sopros que está entre os melhores do país. Bom para os ouvidos abertos a todos os gêneros, o CD ainda tem uma característica importante para músicos: serve de parâmetro para aqueles que acompanham os arranjos distribuídos pelo projeto, que têm revitalizado a música brasileira.

“Vê Se Te Agrada” é o primeiro CD da Camerata de Violões Octopus (a atual Camerata de Violões do Conservatório de Tatuí). Dirigida por Edson Lopes, a camerata registra obras do repertório brasileiro, num trabalho camerístico no violão erudito. As afinidades do grupo passam para a gravação, que apresenta uma viagem musical por toda a brasilidade de nomes como Paulinho Nogueira e Valdir Azevedo, a brejeirice de Ernesto Nazareth com seus tangos brasileiros, o mestre Heitor Villa-Lobos, o Garoto e sua harmonia, o romantismo de Carlos Gomes e o inesquecível Dilermando Reis.

As obras de Hudson Nogueira foram interpretadas pela Orquestra de Sopros Brasileira (atual Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí) com o sentimento do coração e a inspiração da alma. O resultado é o registro impecável de obras de um dos compositores responsáveis pela renovação do repertório sinfônico para bandas, com sua diversidade musical de ritmos e estilos. O CD traz sete peças, entre elas “Do Coração e da Alma”, música-título da produção. Há ainda, “Retratos do Brasil”, peça que mostra a diversidade do Brasil através de figuras sonoras, divididas em quatro partes: Floresta Amazônica, Grandes Metrópoles, Influência Africana na Música e Grandes Festas Populares. A mistura de instrumentos, a criatividade de Hudson Nogueira e a perfeição nas execuções da banda fazem do CD uma peça fundamental na discoteca de quem tem bom gosto.

O CD “Conservatório de Tatuí – 50 Anos” foi lançado em 11 de agosto de 2004, na data exata em que a escola de música comemorava seus 50 anos de fundação. O CD foi especialmente produzido para celebrar a data e representa uma retrospectiva do Conservatório de Tatuí. As 17 faixas que integram o “Conservatório de Tatuí – 50 Anos” foram extraídas de diferentes produções até então lançadas pela escola de música. Eclético, o CD traz peças de Ary Barroso, Jacob do Bandolim, Francisco Guerrero, Chico Buarque, Paulo Flores, Villa-Lobos, Nelson Ayres e Carlos Gomes.

“Expressões” é o primeiro CD do “Da Boca Pra Fora”, o melhor coral do Estado de São Paulo, título conquistado com a vitória no Mapa Cultural Paulista em 2001/2002. Idealizada por Cadmo Fausto, o regente do “Da Boca”, a produção traz “Expressões” da música brasileira em 15 faixas.
Sob a regência de Cadmo Fausto e acompanhamento pianístico da professora Regina Orsi, o CD resgata músicas da renascença, obras em espanhol, italiano, latim, negro espiritual e música brasileira, do folclore ao erudito. As 40 vozes do coral interpretam peças escolhidas a dedo para um projeto que levou quatro anos para ser consumado.

Diferentes naturalidades, diferentes sonoridades num único objetivo: registrar os novos talentos da música instrumental brasileira. O CD “Brasil Instrumental” é o registro de grupos de música instrumental brasileira, de diferentes pontos do Brasil, que participaram da estréia da Mostra Brasil Instrumental, no ano de 2003, no palco do teatro “Procópio Ferreira”, do Conservatório Dramático e Musical “Dr. Carlos de Campos”, de Tatuí.
Vindos de diferentes pontos do Brasil, os dez grupos selecionados para a mostra simbolizam o que há de melhor entre os novos instrumentistas do segmento. Mais que isso, são artistas que batalham espaço próprio em meio ao concorrido e, muitas vezes, excludente mercado musical. A obra é uma forma de divulgar a música instrumental brasileira, ainda pouco conhecida do público, e o resultado de um evento, inédito no país, totalmente voltado a jovens instrumentistas.

O CD da “2ª Mostra Brasil Instrumental” é o resultado da mostra organizada paralelamente ao Brasil Instrumental.
O CD traz dez músicas dos grupos que apresentaram-se na segunda edição da mostra, em 2005. Há composições de Marcelo Onofri, Hudson Nogueira, Raphael Ferreira da Silva, Caito Marcondes, Fábio Leal, Mário Arantes, Fábio Lopes, Roney Stella, Sintia Piccin e Fernando de Oliveira. Elas foram executadas por Marcelo Onofri e Banda, João Francisco Correia, Amanajé, Caito Marcondes, Fábio Leal e André Marques, Mandu Sarará, Trio Cobra Criada, Jain in 4, Raspa do Tacho e Madeira de Vento.
Vindos de diferentes pontos do Brasil, os dez grupos selecionados para a mostra simbolizam o que há de melhor entre os novos instrumentistas do segmento. Mais que isso, são artistas que batalham espaço próprio em meio ao concorrido e, muitas vezes, excludente mercado musical. A obra é uma forma de divulgar a música instrumental brasileira, ainda pouco conhecida do público, e o resultado de um evento, inédito no país, totalmente voltado a jovens instrumentistas.

“30 Anos de História”. O título retrata o conteúdo do primeiro CD lançado pelo Grupo Percussionista de Câmara (atual Grupo de Percussão do Conservatório de Tatuí). A obra tem a função de registrar a carreira do mais antigo grupo de percussão em atividade no Brasil, além de apresentar estilos. O grupo foi fundado em 1975 e foi um dos pioneiros especializados em percussão no país. Para agradar aos mais diferentes gostos, o grupo instituiu a democracia ao eleger o repertório do CD: não são somente os grandes clássicos ou as festejadas obras contemporâneas. O trabalho traz um vasto repertório popular, enfatizando os ritmos brasileiros, sempre com alta qualidade técnica. A preocupação do grupo em agradar ao grande público foi sintetizada em dez músicas especialmente escolhidas. Elas contemplam de Tchaikovsky a Hermeto Paschoal, passando por Camargo Guarnieri, o primeiro a escrever especificamente para grupos de percussão no Brasil. Quem ouve este CD, acompanha a música com o ritmo do coração.

"Convida", segundo CD da Octopus (atual Camerata de Violões do Conservatório de Tatuí), traz obras cuidadosamente escolhidas e especialmente executadas, trazendo outros instrumentos, buscando variedade de timbres e afinação, e utilizando o violão como uma orquestra acompanhando os solistas. Esta união original procura atingir um público variado, desde os mais exigentes e aficionados pelo violão até aqueles que apenas gostam de boa música. Grandes clássicos são apresentados de forma diferente. Ao ouvi-los, o público logo reconhece as melodias de obras primas como as de Villa-Lobos e Zequinha de Abreu. O clássico "O Trenzinho do Caipira", cuja forma é descritiva, ganhou arranjo que enfatiza a idéia do compositor desde a partida do trem com seus acordes iniciais, percorrendo o caminho, sua passagem sobre os dormentes descrita por notas repetidas no grave, até sua chegada onde o freio do trem é demonstrado pela fricção do arco sobre as cordas, finalizando com o apito descrito pelos sons harmônicos. Já "Tico-Tico no Fubá", uma das músicas mais conhecidas do repertório brasileiro, foi executada por instrumentos convidados e indispensáveis ao choro, como a clarinete e o pandeiro, todos presentes nesta gravação. Repertório diferenciado, afinação especial. Muito rico sob o aspecto harmônico, o violão teve ampliada sua tessitura. Neste CD, utilizou-se uma afinação especial, o que possibilitou ao grupo executar obras orquestrais, saindo do repertório estritamente violonístico. Esta afinação especial busca aproximar, o máximo possível, as músicas da tessitura original dos instrumentos: agudos - quinta acima e grave - quinta abaixo. Esta afinação pode ser conferida nas obras "Barbeiro de Sevilha", "O Cisne", "Concerto em Ré Maior", "Largo", "Canon" e "Mourão". Além de clarinete, pandeiro, harpa, viola, oboé e percussão, o CD conta com a utilização do instrumento arquialaúde, sob execução de Dagma Eid, na música "Canon".

Nesta obra, os músicos da SamJazz (atual Big Band do Conservatório de Tatuí) mostram a que ponto chega a irreverência musical. O grupo, fundado em 1975 e que mantém a formação tradicional das big bands americanas dos anos 40, já tocou nas principais casas do país e ao lado de famosos que vão da bateria da escola de samba Vai-Vai até Tânia Alves, Benito Di Paula e Miles Osland. Em seu Cd, a big band mostra o melhor da música brasileira em 11 faixas, uma delas com a participação especial de Célia e Zé Luiz Mazziotti. Desde a escolha do repertório até a seleção de imagens para o encarte, os músicos envolveram-se integralmente num projeto que representa mais que o registro da carreira de uma das mais reconhecidas big bands do cenário brasileiro. O resultado é uma obra primorosa com repertório de alguns dos mais importantes nomes do cenário brasileiro, como Pixinguinha, Noel Rosa, Djavan, Ary Barroso, Edu Lobo, João Donato, Dolores Duran, Tom Jobim e Dorival Caymmi.

Neste CD de comemoração de 15 anos de existência, a Orquestra de Sopros Brasileira (Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí) quer documentar seu trabalho musical, enfatizando dois aspectos importantes nesta história iniciada em 1991. O primeiro é a opção por incentivar a composição de obras brasileiras, tanto originais, quanto arranjadas ou transcritas de outros conjuntos ou instrumentos para banda sinfônica. Realizando isto, um grande patrimônio de obras foi construído, e parte dele gravado em nos seis CDs anteriores. As obras aqui gravadas são exemplos representativos deste acervo, juntando-se às outras tantas já documentadas nos trabalhos anteriores, sendo está a segunda marca importante deste trabalho.
Tanto a primeira (1993) quanto a última (2006) obra escritas para a Orquestra, estão aqui gravadas. Obras com estilos diferentes, também uma amostra do repertório eclético da banda, que trabalha igualmente o clássico e o popular, o original e o arranjo, o nacional e o internacional.

A 11ª edição do Festival de Música Popular Brasileira resultou num CD primoroso. São nove obras que representam o que há de melhor no país na atualidade, em termos de música popular. Além do tema de abertura do festival, o CD traz as oito melhores músicas do festival, de compositores premiados nacionalmente como Renato Motha.O CD que registra o empenho de compositores, músicos e intérpretes que procuram espaço para seus trabalhos é, também, uma mostra do talento divulgado em palcos tatuianos.

Este CD é o terceiro “filho” da Mostra Brasil Instrumental. A obra traz os dez melhores grupos que participaram, em 2006, do evento que visa divulgar os novos talentos da música instrumental brasileira, realizado paralelamente ao renomado Brasil Instrumental.
O CD traz dez músicas dos grupos que apresentaram-se na terceira edição da mostra. Há composições de Cacique Jazz Combo, Maurício Ribeiro, Sax Bem Temperado, André Marques e Vintena Brasileira, João Francisco Correia, Tabajara Belo Trio, Banda Urbana, Trio Corrente, Comboio e Bambu, grupos que vêm destacando-se no cenário nacional.
Vindos de diferentes pontos do Brasil, os dez grupos selecionados para a mostra simbolizam o que há de melhor entre os novos instrumentistas do segmento. Mais que isso, são artistas que batalham espaço próprio em meio ao concorrido e, muitas vezes, excludente mercado musical. A obra é uma forma de divulgar a música instrumental brasileira, ainda pouco conhecida do público, e o resultado de um evento, inédito no país, totalmente voltado a jovens instrumentistas.

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